segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Janeiro terminando

29/01/2018 - Segunda-feira - 21h28

Está ventando, relampejando muito e, acredito, daqui a pouco vai chover demais e, morando onde moro, isso significa falta de energia.

O mês de janeiro está terminando e, com isso, minhas férias também. Já fui na atribuição de aulas no dia 22/01 e ainda consegui pegar minha jornada completa de aulas, porém, o período noturno da nossa escola fechou (está acontecendo isso na maioria das escolas do estado de SP - poucos alunos, vontade do governo etc etc e tal). A cada ano minhas expectativas diminuem e minha vontade idem. 

Hoje, fui para Rio Preto com o Márcio. Lá, andamos no calçadão, ele comprou muitos materiais escolares para uma das sobrinhas, eu comprei os meus (bolsinha, canetas, régua, caderno para anotações, cadernos brochura para dar trabalhos, grampeador e mais umas coisinhas). Vimos como os preços dos sapatênis nas lojas populares que ficam próximas à rodoviária dobraram de preço em menos de um ano (meu salário não dobrou nada). Depois, fomos almoçar em um restaurante self-service com comida simples e que estava deliciosa. Em seguida, fomos em outra loja e ele terminou de comprar o que faltava. Então, debaixo de chuva, pegamos o carro no estacionamento e fomos para o Rio Preto Shopping. Fomos na Saraiva, onde comprei dois livros para mim, depois no Carrefour conferir os preços. Saímos e viemos embora, parando no Posto 747, em Tanabi, onde comi um croquete maravilhoso, e fomos em uma fábrica de alumínio ao lado, onde comprei uma panela de pressão e alguns utensílios a preços bem acessíveis. Ele também trouxe uma panela de pressão. Prosseguimos viagem, chegamos aqui em casa às 17h mais ou menos, ele foi embora, entrei, minha sobrinha Giovana estava tomando café com minha mãe (haviam acabado de chegar de Sumaré com minha irmã e o meu cunhado - estavam lá desde quarta-feira passada). Fiquei com ela na sala, e ele me contando tudo da viagem, depois me ajudou a arrumar meus materiais, foi comigo ver a Lilica no banheiro da piscina (acho que chegou a hora do parto dela, tadinha), ajudou a mamãe a aguar as plantas e às 19h ela foi embora. 

Fiquei assistindo à minisséries que gosto, sentindo uma preguiça danada de fazer qualquer coisa (dias abafados me deixam assim). Depois, jantei, tratei da Dani,  ajudei a mamãe a tratar dos gatos, ela tomou banho e foi na casa da minha irmã. Fiquei aqui, tomei banho e estou digitando sentindo o ar fresco entrar pela veneziana do quarto. Daqui a pouco vou dormir, pois estou com muito sono.

Estou desanimado para o início das aulas... não queria estar assim, mas estou. Também ando angustiado em relação à minha vida. Nunca senti isso, agora estou e posso afirmar que é horrível. Não falei nada para ninguém, apenas escrevo aqui, pois problemas pessoais são nossos, pelo menos penso assim, nunca fui de compartilhar, talvez por isso tenho colegas e não amigos. Mas tudo bem! Sou forte, tenho Deus e oro todos os dias para que Ele me abençoe, tire de mim todo o mal, seja em pensamentos ou ações. 

E assim, termina janeiro... talvez o janeiro que eu menos quisesse que passasse.


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Férias 2018 - Parte 12

21 de janeiro de 2018
Celular despertou 8h, levantamos, arrumamos as camas (mesmo estando em um hotel nós arrumamos as camas...rsrs coisa de pobre), nos trocamos e descemos para o restaurante para tomar café (tomei duas xícaras cheias de leite com café daquelas máquinas da Nestlé, comi pão francês com presunto, tomei um copo de suco de laranja, comi dois brioches maravilhosos e tomei um copo de iogurte de morango (coube tudo na pança rsrs). Depois, subimos, levamos algumas coisas para o carro, subimos novamente para o apartamento, tomei banho, arrumei minha mala, descemos, colocamos no carro, acertei o consumo no restaurante (sucos de laranja que tomamos nos jantares), entreguei os cartões (porta do quarto e o para entrar no estacionamento do santuário) e partimos às 9h40. Na saída da cidade, abasteci o carro e pegamos a Dutra até a Dom Pedro I. De lá, fomos até Campinas, onde peguei a Anhanguera até o entroncamento com a Washington Lúis. Dali, fui até a Euclides da Cunha e, então, a vicinal que chega à minha cidade.
Em relação à viagem foi cansativa, parei algumas vezes, comemos no Graal do São Carlos (tempo nublado e chuviscando), viemos conversando, às vezes a mamãe cochilava e quando me dava sono e parava em algum posto para tomar café, comer um doce, ou apenas esticar as pernas.
Fiquei com dó de deixar o hotel tão lindo e tão histórico onde ficamos... momentos maravilhosos que ficarão na minha memória até quando eu conseguir me lembrar (por isso escrevo esse blog, algum dia lerei e relembrarei – assim espero).
Pelo caminho vi, também, a loucura e alguns motoristas, dois acidentes, paisagens belíssimas que se alternavam entre lagos, campos, plantações diversas, casarões de fazenda antigos... tudo registrado pelas lentes dos meus olhos.
Finalmente, chegamos em casa, e ao abrir o portão já vi minhas tetês (Cabecinha Torta e Mamadeira), depois todos vieram nos encontrar, miando, pulando... a Lilica está gorda (grávida) e a Dani, tadinha, cada vez mais fraquinha. Peguei todos, brinquei, abracei, beijei... matei a saudade.
Minha sobrinha e cunhado estavam na piscina e minha irmã varrendo o alpendre. Eles só cumprimentaram minha mãe (por causa duns esporros que andei dando via WhatsApp nela). Por mim, se quer conversar converse, se não quer não converse. Não nasci grudado em ninguém e aprendi com as decepções da vida que é melhor não esperar nada de ninguém para não se decepcionar.
No mais, hoje minha mãe completa 70 anos de vida. Uma vida sofrida, mas que ela soube enfrentar com dignidade e caráter inabalável. Já desejei os parabéns para ela e desejo que Deus a conserve por muito tempo comigo.
Também já lavei toda a minha roupa que está no varal, organizei meu quarto e tudo o que trouxe da viagem, pois amanhã de manhã terei que ir à escola na atribuição de aulas... já começa tudo de novo... parece que foi ontem que acabou. Vida que corre, que passa, que acaba.
No mais, boa noite!

Pousada Bom Jesus (vista noturna)

Vindo embora

De volta ao lar

Não chega nunca...

Férias 2018 - Parte 11

20 de janeiro de 2018
Celular despertou às 7h, mas mamis e eu resolvemos dormir mais um pouco e só levantamos às 8h30. Fizemos nossa higiene, descemos e tomamos um café maravilhoso. Em seguida, pegamos o carro, deixei-o em um estacionamento, andamos por toda a feirinha (mais ou menos uns 2km e 3h). Em seguida, fomos para a Santuário, almoçamos, andamos pela igreja e capelas, oramos muito, pedi perdão a Deus pelas minhas falhas, pelos meus pensamentos e palavras impuras (ultimamente, ando tão descrente de tudo, das pessoas, de políticos, do meu futuro, enfim, sempre fui uma pessoa realista, mas com a idade chegando estou decepcionado cada vez mais em presenciar pessoas honestas sempre se dando mal e desonestos por cima da carne seca). Também pedi a proteção à Nossa Senhora Aparecida, que ela sempre interceda junto ao seu filho amado por mim, protegendo-me de todo mal revestido de bem, que eu viva para o bem, que eu fale o bem, que eu deseje o bem.

Às 15h30 voltamos para a Pousada do Bom Jesus, tomamos um café delicioso, ligamos o ar do quarto e dormimos até às 17h. Então, descemos e fomos andar por todo o prédio, que data de 1822 e é inspirado no Palácio de Versalhes (França), conversamos com as recepcionistas que nos contaram várias passagens daqui. Em seguida, subimos para nosso apartamento, li, mamãe também leu, ela tomou banho, fui andar pelos corredores imensos, entrei na ala dos seminaristas, fui na capela linda que há lá (enorme, com vitrais, mas simples ao mesmo tempo, fotografei tudo), ao sair, encontrei um seminarista argentino que conversou um pouco comigo. Depois, voltei ao apartamento, tomei banho, troquei-me, descemos para o restaurante, jantamos com música ao vivo e, novamente, a comida (entrada, pratos quentes e frios, sobremesa) estavam divinos. Comi muito, comi como nunca havia comido na minha vida. Em seguida, fomos para a recepção da pousada, e ficamos lendo e vendo um livro sobre toda a história do prédio, com as plantas baixa, idealizadores, doadores, padres, seminaristas, freiras... perguntei se não havia mais para vender, e a recepcionista me informou que na última reforma foram editados apenas 100 exemplares que foram doados para os primeiros hóspedes, mesmo assim, fotografei a capa, a contracapa, nome/telefone/email da editora (tentarei também encontrar pela internet). Em seguida, fomos tomar o famoso cafezinho que há em uma saleta anexa à recepção e lá encontramos três senhoras, já engatamos conversa, rimos muito e subimos para o 3º andar, para nossos apartamentos. Depois, mamãe assistiu a programas na televisão e eu li. Em seguida, adormeci, para descansar bastante, pois amanhã a viagem será longa e cansativa. Que Deus e Nossa Senhora Aparecida nos abençoem e protejam sempre. Amém.


 
Basílica Nossa Senhora Aparecida (Aparecida/SP)
Basílica Nossa Senhora Aparecida (Aparecida/SP)


Basílica Nossa Senhora Aparecida (Aparecida/SP)

Basílica Nossa Senhora Aparecida (Aparecida/SP)

Basílica Nossa Senhora Aparecida (Aparecida/SP)


Basílica Nossa Senhora Aparecida (Aparecida/SP) - Cúpula central


Basílica Nossa Senhora Aparecida (Aparecida/SP) - Altar central

Basílica Nossa Senhora Aparecida (Aparecida/SP) - Jardim

Férias 2018 - Parte 10

19 de janeiro de 2017
Último dia na Vila da Lagoa e foi de correria.
Acordei 8h, tomei café, arrumei toda a cozinha e guardei as louças nos locais indicados para posterior revisão. Em seguida, eu e mamãe começamos a levar tudo para o carro, arrumando da melhor forma possível. Então, tomei banho, troquei-me, chamei o responsável que verificou que tudo estava em ordem, entreguei a chave do apartamento e o controle do portão, dei uma última olhada em tudo sentindo uma tristeza danada, pegamos o carro a partimos. Parei no posto da praia da Maranduba, abasteci e iniciamos a viagem. Depois que chegamos no planalto, parei em um posto para a mamãe ir ao banheiro e seguimos viagem. Na Dutra, parei no posto Frango Sertanejo e almoçamos (uma delícia e fiquei espantado com tudo o que tem nessa rede, pois sempre paro no Graal). Seguimos viagem, chegamos em Aparecida, nos dirigimos ao hotel, fizemos o check in, deixamos nossas coisas no apartamento 73, no 3º Andar, pegamos o cartão magnético que dá acesso gratuito ao estacionamento do Santuário, fomos para lá, assistimos à missa das 16h, que foi muito linda e igreja estava lotada. Oramos muito perante a imagem de Nossa Senhora Aparecida, visitamos a Casa do Pão, o Apoio ao Romeiro. Estava um calor terrível, mas tempo fechou e começou a chuviscar bem fraquinho mas com vento delicioso. Comprei três relógios para mim (amo relógio), lembrancinha para a Lenir e para o Donizeti. Andamos bastante eu a mamãe, tomamos café com leite delicioso e às 18h voltamos para o Hotel. Subimos para o apartamento, tomamos banho, ficamos deitados e mamãe conversando com a Gislene pelo telefone. Depois, nos trocamos e descemos para o restaurante. A comida e o serviço impecáveis! Sem palavras para descrever tudo o que comi, apenas afirmo que fiquei satisfeitíssimo! O chefe dos garçons que nos atendeu no ano passado foi até a nossa mesa e nos cumprimentou, pois segundo ele havia nos reconhecido. Depois, sai pelo corredor lateral e fiquei esperando a mamãe esfomeada terminar a sobremesa dela. Então, subimos para o apartamento, ela assistiu à novela Apocalipse, assisti a jogo de vôlei, dormi. Cansaço dominando totalmente. E já imagino amanhã que temos muitos lugares para visitar. Que Deus me abençoe hoje e sempre, tirando tudo de ruim das minhas ações, palavras e pensamentos. Amém!

Pousada Bom Jesus (Aparecida)

Cafezinho à vontade 24h

Entrada principal Posada Bom Jesus

Parte do jardim Pousada Bom Jesus

Entrada principal Pousada Bom Jesus

Pousada Bom Jesus

Férias 2018 - Parte 9

18 de janeiro de 2018
Último dia das férias aqui em Ubatuba, na praia da Lagoinha, no Vila da Lagoa. Amanhã podemos ficar até ao meio-dia, mas preferimos sair logo de manhã para Aparecida para evitar trânsito, já que a Tamoios está em reforma em vários pontos.
Hoje, novamente levantamos quando o corpo pediu, tomamos café, leite e comemos pão com presunto (adoro, coisa de pobre mesmo e não estou nem aí). Depois, pegamos a matula e fomos para a praia. Sol estava super forte, montamos tudo, me lambuzei de protetor solar e fui caminha durante uma hora, sempre observando tudo como se fosse pela primeira vez. O que gosto daqui é que há riozinhos que vem das montanhas e desembocam no mar, com água límpida e geladinha, dá até vontade de beber...rsrs também encontrei outras pessoas caminhando, a maioria com cães que pulam sobre as ondas e correm na frente dos seus donos. Senti saudades dos meus animais... eu os amo tanto!
Voltei, deixei o boné na cadeira com a mamãe e entrei na água. Hoje as ondas estavam fortes, mas a água estava quentinha... fiquei lá, sentindo a força do mar batendo em meu corpo, furando as ondas, vindo de “jacaré” até a praia, voltando, boiando, nadando, apenas parado naquela gostosura toda. Saí, sequei ao sol, reapliquei o protetor nos ombros, costas e peito, pois estava ardendo, isso que é fator proteção 60. Sentei ali com a mamãe, ficamos conversando sobre nossa família, certas maldades e mesquinharias existentes, coisas que nos deixam tristes e que me fazem desacreditar e querer ficar cada vez mais longe do ser humano. Ela fazendo crochê e nós dois preocupados procurando o senhor que vende umas batatinhas fritas deliciosas... de repente, ele apareceu, nós o chamamos, compramos quatro pacotes e conversamos muito com ele. Ficamos sabendo que ele já foi há muito tempo para nossa região pescar, chegando até o Mato Grosso do Sul. Fiquei ouvindo-o falar, vendo-o já velho e ainda trabalhando. Deu-me uma raiva tão grande desses políticos safados que roubam nosso dinheiro e obrigam pessoas que já contribuíram tendo que trabalhar novamente para, pelo menos, ter uma vida digna. Ele se despediu, e fui novamente para a água ficando lá por um tempão. Ao voltar, mamis queria queijinho assado e apareceu um rapaz e ela matou a vontade dela...rsrs peguei a apostila e comecei  estudar novamente até acabar a tinta da caneta marca texto...rsrs quem ler isso pensa que estou memorizando alguma coisa, foi-se o tempo que minha mente funcionava corretamente! Em seguida, vimos um senhor que também vendia queijo e linguiça assada, chamamos, ele veio e assou na hora mais um queijo para a mamãe e dois espetos de linguiça que decidimos levar para jantar.
Ficamos até 12h30 na praia, voltamos para a pousada, tomamos banho, fiz almoço, comemos, deixamos tudo secando ao sol, arrumei a cozinha, fui para o quarto, liguei o ar e dormi até às 16h30. Levantei, fiz café, comemos com pão e fomos andar na rua da pousada, pois há uma casa linda abandonada, sendo que o porteiro do condomínio nos informou que é de um senhor com mais que 80 anos, que faz 2 anos que não vem aqui, da última vez veio com as netas. Ele quer vende-la, mas não acha comprador. Fomos até lá, entramos, vimos tudo, fotografamos. É linda, embora tomada pelo mato. Enorme, com quintal cheio de plantas e árvores, ainda tem móveis dentro. Tirei muitas fotos e fiz planos para morar ali (só planos mesmo, porque a realidade é cruel...rsrs). Também fiquei pensando em tantas histórias felizes passadas ali, pessoas, festas, encontros e desencontros... bateu uma tristeza danada... voltamos para a pousada, colocamos nossas roupas de praia, pegamos nossas cadeiras e voltamos para a praia. Lá, sentamos pertinho da água que havia subido bastante comparando com o período da manhã. Fui caminhar para o lado direito, fotografando e filmando tudo pela última vez... votei, mãe foi caminhar e entrar no mar. Assim que ela voltou, entrei também e aproveitei muito, mas muito mesmo, como se fosse a última vez. E talvez será, não é mesmo? Não prevemos o futuro. Voltei, chupamos um sorvete delicioso e voltamos para a pousada.
Tomei banho, mãe foi pegar mudas de plantas e fotografar algumas casas do condomínio. Depois, ela tomou banho e lá pelas 20h preparei a janta, comemos, ela assistiu à novela, estudei mais um pouco, sentei na varanda do apartamento e fiquei vendo as crianças argentinas brincando e brigando no parquinho (ri muito). Em seguida, entrei, li um livro que trouxe, arrumei a maioria das coisas que não usaremos mais amanhã de manhã, levei para o carro, procurando deixar tudo pronto para a viagem. Em seguida, escrevi esse relato e agora vou dormir, pois o sono e o cansaço bateram forte.


P.S. Hoje a Alessandra, tia Cleusa, Aguinaldo e Henrique foram embora de manhãzinha... estranho sem eles aqui. Assim é a vida.

Mamis Praia da Lagoinha

Praia da Lagoinha

Praia da Lagoinha

Praia da Lagoinha vista do início da Praia do Sapé

Mamis aproveitando a última tarde na Praia da Lagoinha


Férias 2018 - Parte 8

17 de janeiro de 2018
Hoje mamãe levantou primeiro que eu, fez o café e deixou tudo pronto na mesa. Ao levantar-me, encontrei-a sentada no bando na parte da frente da pousada, pois só lá pega o wi-fi e ainda mais ou menos. Ela estava lendo mensagens no grupo da família e da minha irmã também. Voltei, tomei meu café, nos trocamos, recebi ligação da Alessandra (minha prima que está no Velas Chalés) nos convidando para irmos na praia lá com eles, combinei de passar a tarde com eles e que eu levaria pão-de-queijo. Saímos para a praia, montamos tudo, passei protetor e fui caminhar pela água (adoro fazer isso!), pois é transparente e dá para ver os cardumes de peixinhos correndo dos pés da gente. Fui bem lá na frente da praia, olhando o mar, as montanhas, as casas maravilhosas (muitas vazias), sentindo as ondas trazendo água quentinha até mim. Voltei, tirei o boné e entrei na água, sentindo-a envolver meu corpo todo, banhando-me deliciosamente... água quentinha e azul. Havia pouquíssimas pessoas na praia e na água, por isso gosto tanto dessa praia! Depois de ficar tempão mergulhando, boiando, furando onda, fui saindo e vi um cardume de raias novamente... fiquei com um pouco de medo por causa das histórias dos ferrões delas, mas eram filhotes que nadavam para longe enquanto eu caminhava. Cheguei no guarda-sol, enxuguei-me, fiquei ali conversando com a mamãe enquanto ela fazia crochê. Ela não quis caminhar nem entrar na água, pois o sol estava forte demais. Assim, depois de um tempo fui caminhar de novo para o lado direito e na junção das praias da Lagoinha e do Sapé entrei novamente na água quentinha e por ali fique um bom tempo... voltei, comprei um sorvete delicioso com calda de chocolate e mamãe comeu tapioca (ela adora). Quando vimos, já era meio-dia e meia, desmontamos tudo e voltamos para a Vila da Lagoa. Lá, enquanto ela tomava banho, fiz o almoço, tomei banho também, comemos, lavei toda a louça e fui estudar. Lá pelas 14h30, bati no liquidificador a receita do pão de queijo, e coloquei a primeira fornada para assar (até minha assadeira com buracos eu trouxe...rsrs). Assim que a primeira ficou pronta, ofereci para alguns dos vizinhos que aceitaram e agradeceram (inclusive as argentinas). Depois que as outras duas fornadas ficaram prontas, liguei para a Alessandra e fomos para lá. Chegamos, ficamos conversando sobre religião, remédios, passado da nossa família, em nenhum momento ninguém falou mal de ninguém. A tia Cleusa fez café e tomamos comendo os pães de queijo que ficaram deliciosos. Depois, o Henrique quis entrar na piscina com a Aguinaldo e sentamos lá perto vendo-o brincar na água, enquanto conversávamos. Às 18h nos despedimos, pois eles vão embora amanhã, viemos para a Vila da Lagoa, mãe foi caminhar pelo condomínio, varri todo o apartamento, passei pano duas vezes e tudo ficou cheiroso e limpinho. Tomei banho, fiz a barba, pois estava parecendo o Papai Noel, esquentei a janta, mãe chegou, tomou banho e comemos peixe que a Alessandra nos deu. Depois, sentamos lá fora para tenta ler notícias e mensagens, o que foi difícil pela dificuldade de acesso. E, para piorar tudo, meu celular não desliza mais a tela, o botão Página Inicial (a casinha) e o que dá printscreen não funcionam mais... só faltava essa. Bom, desistimos, entramos, mãe está na sala assistindo à novela que ela ama e estou no quarto. Os dois ar condicionados estão ligados, porque hoje o calor está quente demais. Me dá uma tristeza danada ao saber que eles vão embora amanhã... mas a vida é sempre assim... só perdemos.

P.S. Hoje a minha vice-diretora Lucimara me ligou que meu projeto Eu Indico foi escolhido e enviado para São Paulo, então ela queria saber informações sobre ele. Passei por passar, pois não espero nada de bom na minha profissional, estou cansado de procurar sempre fazer o melhor que posso e nada acontecer. Coisas da vida. Resignação.


Férias 2018 - Parte 7

16 de janeiro de 2018
Levantamos cedo, tomamos café que mamãe havia feito, arrumamos tudo e partimos para a praia. Lá, várias pessoas que montavam barraca perto da nossa não se encontravam mais, com certeza já haviam ido embora para suas casas. Acho tão estranho isso. Montei guarda-sol, cadeiras e caixa térmica. Mamãe não quis andar nem entrar na água e eu também fiquei estuando Direito Penal (tantas coisas, meu Deus...). De repente, ouvimos nos chamar e era a tia Cleusa, o Aguinaldo, a Alessandra e o Henrique, que vieram combinar nosso passeio de escuna para hoje à tarde. Aproveitei e mostrei a praia da Lagoinha pra eles que ainda não conheciam e os levei para conhecer também a Vila da Lagoa, e eles adoraram, pois é bem maior que o Velas Chalés. Eles contaram da viagem que fizeram ontem para Aparecida e de tudo o que viram e aconteceu lá. Rimos muito. Então, eles foram embora, fui caminhar bastante, voltei, estudei mais um pouco e ao meio-dia eu e mamãe voltamos para o Vila. Lá, almoçamos, tomamos banho, arrumamos tudo e fomos de encontro a eles. Lá no Velas Chalés, arrumamos uma bolsa térmica e fomos andando para pegar a escuna. A tia Cleusa não foi, pois tem medo de subir a pressão dela. Chegamos no ponto de embarque, pagamos, fizemos fila e um bote veio nos pegar para nos levar até à escuna. Entramos, sentamos, tiramos muitas fotos, um dos marujos se apresentou e passou orientações a respeito de tudo e do passeio. Partimos. Paramos na praia do Bonete que fica em uma ilha linda, com água azul, cristalina, triha de 10 minutos (eu e mamãe fizemos). Depois, nadei muito, tomei sol, fiquei deitado na areia um tempão. A Alessandra e o Aguinaldo também entraram, mas o Henrique não, pois estava com sono por causa da correria da viagem a Aparecida ontem. Depois de 2h30 lá, pegamos novamente a escuna e na volta paramos em alto mar para que quem quisesse mergulhasse. Eu não pulei, sei lá, fiquei com medo. Depois de uns 20 minutos, partimos em direção à praia, pegamos nossas coisas e fomos a pé para o Velas Chalés. Lá, conversamos e contamos sobre a aventura para a tia Cleusa, peguei meu carro e voltamos para o Vila da Lagoa. Fiz janta, mãe tomou banho, tomei também, comemos, fui lá na frente e liguei para o Rodrigo e conversamos muito. Depois, entrei, arrumei a cozinha, comi Bis, mamãe assistindo à novela que ela tanto gosta e estou no quarto fazendo esse relato. Enfim, o dia hoje foi maravilhoso, divertido, cheio de novidades. Gostei demais! Daqui a pouco vou estudar mais um pouco e depois dormir, pois amanhã tem mais.


P.S. Na rua em que a pousada em que estou hospedado há uma casa linda, abandonada pois os antigos donos morreram e os filhos querem vende-la. Precisa de uma bela reforma, mas é linda, com quintal grande. Fiquei imaginando eu, minha mãe e nossos gatos e cachorras morando ali. Como sonhar não paga imposto, sonhei.


Me na escuna rumo à Praia do Bonete

Praia do Bonete (Ubatuba)

Praia do Bonete (Ubatuba)

Praia do Bonete (Ubatuba)

Praia do Bonete (Ubatuba)

Trilha Praia do Bonete (Ubatuba)

Praia do Bonete (Ubatuba)

Me e mamis na trilha da Praia do Bonete (Ubatuba)

Vista da trilha na Praia do Bonete (Ubatuba)

Mamis na trilha da Praia do Bonete (Ubatuba)

Mamis na trilha da Praia do Bonete (Ubatuba)

Trilha da Praia do Bonete (Ubatuba)

Voltando para a Praia da Maranduba

Casa da Marginal B - Praia da Lagoinha (perto do Vila da Lagoa)
Segundo o porteiro do condomínio, há 3 anos o dono não aparece

Casa da Marginal B - Praia da Lagoinha (perto do Vila da Lagoa)
Segundo o porteiro do condomínio, há 3 anos o dono não aparece


Férias 2018 - Parte 6

15 de janeiro de 2018
Acordei um pouco mais tarde, 9h, mamãe já havia feito café, tomei com leite acompanhado de pão com presunto. Depois, fechamos tudo e fomos para a praia. Lá, passamos o protetor solar por causa do sol quente, montamos tudo e fui caminhar para o lado esquerdo da praia, cruzando com poucas pessoas idosas que também caminhavam (incrível como nessa praia 99% das pessoas são idosas ou casais com crianças/filhos). Voltei, fui para o lado direito até a divisa com a praia do Sapé. Lá fiquei um tempo com os pés dentro da água do riozinho que desemboca no mar, uma água gelada, límpida, deliciosa. Voltei, entrei no mar (água menos gelada que ontem), fiquei nadando, boiando, vendo meus pés no fundo. Se não tiver enganado, quando ia saindo, vi vários filhotes de arraias com seus ferrões (fiquei com medo...rsrs). Depois, fiquei tempão sentado no raso, sentindo as ondas chegarem bem fraquinhas até mim. Levantei, fui até onde minha mãe estava, sentei, ela saiu e foi caminhar/entrar na água. Tomei água, peguei a apostila e comecei a estudar Português, destacando o que mais tenho dúvida (nossa língua é complicada demais). Lá pelas 14h, mãe foi comprar porção de peixe e fomos para a Vila da Lagoa. Lá, deixamos tudo secando nas cadeiras do lado de fora, ela foi tomar banho, esquentei o feijão, arroz, fiz salada de alface e almoçamos com peixe. Depois, arrumei toda a cozinha, tomei banho, liguei o ar e dormi até às 17h30. Ao acordar, fiz café, tome e minha mae estava sentada nas cadeiras na piscina, fui pra lá com celular, tirei fotos, conversei um pouco com o Rodrigo e às 18h fomos para a praia novamente. Levamos apenas duas cadeiras e enquanto minha mãe entrava na água e caminhava, fiquei estudando Direito Penal (chato demais, minha memória não está mais boa para memorizar tantas coisas e detalhes). Começou a chuviscar às 19h30, voltamos para a Vila, decidimos ir a pé até o mercado que fica um pouco longe, fomos de guarda chuva mesmo. Na ida, discutimos por coisa boba e o clima ficou pensado entre nós. Lá, compramos pão e uma caixinha de Bis, voltamos mudos. Chegando ela foi tomar banho, esquentei a janta e arrumei a mesa, tomei banho também. Jantamos, ela assistiu à novela que gosta, fiquei lá fora sentado observando o pouco movimento da Vila. Entrei, vim pro quarto, passei fio dental nos dentes, escovei, e estou aqui escrevendo e ouvindo Enjoy the silence (Depeche Mode).

No mais, espero que amanhã tudo esteja bem. Vou dormir. Boa noite a quem merece.

Entrada Vila da Lagoa

Mosaico no hall de entrada da Vila da Lagoa

Baiana no hall de entrada da Vila da Lagoa

Piscina com vista para o mar na Vila da Lagoa

Férias 2018 - Parte 5

14 de janeiro de 2018
Hoje, o ia foi diferente: levantei 6h30, fiz o café, tomamos nos trocamos, pegamos a pista em direção à Maraduba, pegamos a tia Cleusa do Velas Chalés, seguimos para o Castelo dos Arautos do Evangelho, que fica logo na entrada da praia da Maranduba, em cima de um morro, numa construção maravilhosa. Lá, fomos recepcionados, escrevi intenções na missa em juma folha própria para isso, entrei na igreja, sentei-me no primeiro banco, já com folheto contendo todo o ritual da missa em latim e em português, além das partituras das músicas que seriam cantadas, antes, o salmista ensaiou conosco a resposta dos cânticos. Enfim, pontualmente às 8h teve início à celebração com a entrada da cruz, dos leitores. Ministros e do celebrante, todos trajados conforme os Arautos. A missa em si foi linda, perfeita, com cânticos gregorianos, homília perfeita, objetiva contextualizando as leituras, o Evangelho com a vida das pessoas em geral no mundo atual. A comunhão nos ajoelhamos antes do altar e foi colocada uma pátema dourada sob nosso queixo e o padre colocava a Hóstia Sagrada em nossa boca dizendo as palavras O corpo e o sangue de Cristo”, ao que respondíamos “Amém”, então, ajoelhado cada um conversava com Deus. Eu implorei que Ele tirasse de minha cabeça, boca e ações toda a maldade pensamentos negativos que ultimamente rondam minha vida. Chorei. Depois, na bênção final, cada um ganhou um escapulário, foi feita uma explicação sobre ele, foi abençoado e todos os colocara no pescoço. Finalizando tudo, pudemos conversar com os padres ali presentes que sempre solícitos, prestativos, educados e gentis explicaram e sanaram as dúvidas dos presentes. Descemos os 3,5km de morro íngreme, deixamos a tia Cleusa no Vela Chalés, fomos para o nosso, tomamos café novamente, nos trocamos e voltamos para almoçar com a tia Cleusa, Alessamdra, Agunaldo, Henrique, uma comida deliciosa. Depois, ficamos tempo conversando, rindo e lá pelas 14h30 fomos para a praia da Marandua. La, mesmo de bermuda, entrei na água como Henrique para catar conchinhas e brincar, também conversamos e rimos muito de um cachorro que  mordia podia ver uma bola que a tomava e entrava no mar nadando com ela. Às 17h fomos embora, passamos no Velas, ganhamos maionese, vimos o Henrique nadando e nos dirigimos para o Vila da Lagoa (antes passamos na padaria e compramos pães. Ao chegarmos lá, nos trocamos e fomos para a praia, ode entrei na água, nadei e depois mamãe foi caminhar. Fomos umas duas horas lá. Mas, armou tempão de chuva nas montanhas e voltamos para  Vila da lagoa. Lá, tomamos banho, chuva caiu forte, esquentei janta comemos ,arrimos toda a louça, mãe assistiu TV, fiquei um tempo na varanda, fiz massagem nos pés da mamãe, escovei os dentes estou em meu quarto escrevendo e ouvindo a música “I got the key”. Vou passar creme meus pés e dormir. Dia hoje foi maravilhoso. Amém.

Altar Castelo dos Arautos do Evangelho
Praia da Maranduba (Ubatuba)

Folheto da Missa
Castelo dos Arautos do Evangelho
Praia da Maranduba (Ubatuba)


Castelo dos Arautos do Evangelho
Praia da Maranduba (Ubatuba)

Castelo dos Arautos do Evangelho
Praia da Maranduba (Ubatuba)

Castelo dos Arautos do Evangelho (interior)
Praia da Maranduba (Ubatuba)

Castelo dos Arautos do Evangelho (interior)
Praia da Maranduba (Ubatuba)

Castelo dos Arautos do Evangelho
Praia da Maranduba (Ubatuba)

Castelo dos Arautos do Evangelho
Praia da Maranduba (Ubatuba)

Castelo dos Arautos do Evangelho
Praia da Maranduba (Ubatuba)

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