21 de janeiro de 2018
Celular despertou 8h, levantamos,
arrumamos as camas (mesmo estando em um hotel nós arrumamos as camas...rsrs
coisa de pobre), nos trocamos e descemos para o restaurante para tomar café
(tomei duas xícaras cheias de leite com café daquelas máquinas da Nestlé, comi
pão francês com presunto, tomei um copo de suco de laranja, comi dois brioches
maravilhosos e tomei um copo de iogurte de morango (coube tudo na pança rsrs).
Depois, subimos, levamos algumas coisas para o carro, subimos novamente para o
apartamento, tomei banho, arrumei minha mala, descemos, colocamos no carro,
acertei o consumo no restaurante (sucos de laranja que tomamos nos jantares),
entreguei os cartões (porta do quarto e o para entrar no estacionamento do
santuário) e partimos às 9h40. Na saída da cidade, abasteci o carro e pegamos a
Dutra até a Dom Pedro I. De lá, fomos até Campinas, onde peguei a Anhanguera
até o entroncamento com a Washington Lúis. Dali, fui até a Euclides da Cunha e,
então, a vicinal que chega à minha cidade.
Em relação à viagem foi
cansativa, parei algumas vezes, comemos no Graal do São Carlos (tempo nublado e
chuviscando), viemos conversando, às vezes a mamãe cochilava e quando me dava
sono e parava em algum posto para tomar café, comer um doce, ou apenas esticar
as pernas.
Fiquei com dó de deixar o hotel
tão lindo e tão histórico onde ficamos... momentos maravilhosos que ficarão na
minha memória até quando eu conseguir me lembrar (por isso escrevo esse blog,
algum dia lerei e relembrarei – assim espero).
Pelo caminho vi, também, a
loucura e alguns motoristas, dois acidentes, paisagens belíssimas que se
alternavam entre lagos, campos, plantações diversas, casarões de fazenda
antigos... tudo registrado pelas lentes dos meus olhos.
Finalmente, chegamos em casa, e
ao abrir o portão já vi minhas tetês (Cabecinha Torta e Mamadeira), depois
todos vieram nos encontrar, miando, pulando... a Lilica está gorda (grávida) e
a Dani, tadinha, cada vez mais fraquinha. Peguei todos, brinquei, abracei,
beijei... matei a saudade.
Minha sobrinha e cunhado estavam
na piscina e minha irmã varrendo o alpendre. Eles só cumprimentaram minha mãe
(por causa duns esporros que andei dando via WhatsApp nela). Por mim, se quer
conversar converse, se não quer não converse. Não nasci grudado em ninguém e
aprendi com as decepções da vida que é melhor não esperar nada de ninguém para
não se decepcionar.
No mais, hoje minha mãe completa
70 anos de vida. Uma vida sofrida, mas que ela soube enfrentar com dignidade e
caráter inabalável. Já desejei os parabéns para ela e desejo que Deus a
conserve por muito tempo comigo.
Também já lavei toda a minha
roupa que está no varal, organizei meu quarto e tudo o que trouxe da viagem,
pois amanhã de manhã terei que ir à escola na atribuição de aulas... já começa
tudo de novo... parece que foi ontem que acabou. Vida que corre, que passa, que
acaba.
No mais, boa noite!
Pousada Bom Jesus (vista noturna)
Vindo embora
De volta ao lar
Não chega nunca...




Nenhum comentário:
Postar um comentário