quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Vamos rir?

Sempre que posso gosto de fuçar no Youtube para rir de vídeos variados. Amo rir!!! Faz bem para minha alma, pois sempre fui uma pessoa feliz, e não quero deixar de jeito algum que o tempo me faça ficar chato como a maioria das pessoas são.

Espero que gostem!

Bicha bichérrima - Vai Que Cola


Mulher Feia e Ferdinando - Vai que Cola


Magda e Agda - Sai de Baixo


Fumante - Terça Insana

sábado, 16 de janeiro de 2016

Músicas que gosto demais!

As duas músicas que post os vídeos logo em seguida, são simples, mas gosto demais, pois elas me fazem lembrar e recordar de muitas coisas: discotecas que eu ia com minha turma quando adolescente (e éramos mais de 30 jovens que não bebiam, não fumavam, não usavam drogas, apenas queríamos nos divertir). Também me fazem pensar em minha vida atual, tudo o que sou, que deixei de fazer por medos infundados. Além disso tudo, são músicas que me elevam, me dão vontade de pegar o carro, e sair dirigindo sem rumo com o som bem alta, esquecendo de tudo e de todos, fazendo que eu ainda acredite e tenha fé de que o meu futuro será maravilhoso.

Everybody - K 391


Million voices - Otto Knows

Scooby... de volta!

Ontem, 15 de janeiro de 2016, num ímpeto de esperança, publiquei um post no Facebook a respeito do sumiço do meu gatinho Scooby. Escrevi um pequeno texto e coloquei uma foto dele. Marquei algumas pessoas da minha cidade que eu sei que também gostam e cuidam de animais. No momento em que publiquei, várias curtidas, compartilhamentos e comentários e um, de uma ex-aluna minha, afirmava que meu gato estava perto da casa dela, na Cohab, e que tinha até ficado no colo dela. Eu e minha mãe fomos até lá na hora, parei o carro, tinha duas senhoras no portão de uma das casas conversando, explicamos o motivo de estarmos ali e uma delas disse que tinha visto sim um gato com as características dele e que ele ficava no vizinho do lado, mas que no momento o senhor não estava lá. Cheguei perto do portão, olhei, vi um gato siamês deitado na garagem, e lá no fundo uma mesa com muitas coisas em cima e um gatinho amarelo deitado lá. Chamei "Scooby" "Scooby"... e ele veio correndo, parou, se espreguiçou, se coçou, chamei novamente e ele passou a grade do portão já ficando de pé, com as patinhas na minha perna. Peguei-o no colo e ele buscou minhas mãos com as patinhas, como fazia quando era bebezinho e dávamos mamadeira pra ele, um hábito que ele ainda tem até hoje. Eu e minha mãe agradecemos as mulheres, viemos pra casa, demos ração e leite (ele ama leite!!!), ele comeu e bebeu tudo, olhamos para ver se ele tinha algum machucado, mas graças a Deus estava sem nada, apenas magrinho. Levei-o para meu quarto e fiquei deitado lá com ele. Publiquei outro post agradecendo as pessoas que ajudaram, principalmente minha ex-aluna. Também fiz um comentário para "a pessoa" que o pegou na casa da minha avó e o soltou (ou pagou para "outra pessoa" pegá-lo e soltá-lo). 

Enfim, meu Scooby tão lindo, tão mansinho, tão amado e que já sofreu tanto em sua curta existência está novamente em casa!!!

Scooby e seu bichinho de estimação

Scooby sempre comigo

Scooby quando foi solto aqui em casa, sendo amamentado

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Finalizando as minhas férias

Finalizando as postagens das minhas férias, compartilho três pequenos vídeos que fiz na Praia da Maranduba e na Praia do Sapé. Ambos mostram o oceano, as ondas, o barulho que elas fazem e, infelizmente, ainda não é possível postar o cheiro...

A imensidão do oceano me amedronta e me mostra que sou insignificante o suficiente para não deixar com que o orgulho, a prepotência e a hipocrisia se apoderem de mim, e olha que elas tentam diariamente...

Abraços às pessoas que leem minhas postagens.

Praia da Maranduba/Ubatuba/SP

Praia da Maranduba/Ubatuba/SP

Praia do Sapé/Ubatuba/SP

11º Dia das minhas férias

13 de janeiro de 2016 – quarta-feira

Acordei com a mamãe abrindo a porta de correr do apartamento e a claridade entrando. Já eram 7h30. Levantei, banho e descemos para tomar café (amo café de hotéis – tanta variedade de comida, coisas que não temos em casa ou não fazemos pela falta de tempo – como de tudo um pouco). Subimos novamente, pegamos carteiras e celulares, fomos novamente para Basílica Nova, assistimos à missa das 9h (lotada), foi linda e o Padre explicou sobre a missão que cada um de nós temos em nossa vida. Questionou se estamos felizes ou não com essa missão e o que fazemos em relação a isso. Uma homilía simples, direta, sem atacar ninguém, que teve relação com o Evagenlho e Leitura do dia. Ao acabar a missa, fomos para o Apoio ao Romeiro, onde compramos (terminamos) as lembrancinhas e almoçamos. Peguei o carro no estacionamento, voltamos para o hotel, tomamos banho, arrumamos tudo e fomos no Banco do Brasil, onde paguei R$ 1.950,00 de IPVA, Licenciamento etc e tal do carro (vencia hoje o pagamento único com desconto de 135,00). Um roubo, mas fazer o que. Então, iniciamos nossa viagem de volta. Na Dutra movimento intenso de caminhões. Tenho pavor dessa rodovia, pois ela é estreita, com um muro de concreto cortando-a de fora a fora. Chegamos à Dom Pedro (calma, bem sinalizada, com paisagens de vales, rios, casas maravilhosas). Ao chegar em Campinas, trânsito intenso e não consegui ir para a pista da esquerda para pegar a Anhanguera. Resultado: tive que andar uns 8km até achar um retorno e nesse retorno um ônibus (circular) com um motorista sem noção em alta velocidade quase entrou com tudo no meu carro (meu coração veio à boca e minhas pernas bambearam), mas no final tudo deu certo. Chegamos à Washington Luís e aí tudo é alegria, pois é uma excelente rodovia. Pegamos um pouco de chuva, chuvisco e neblina. Paramos para jantar às 18h30 no Graal de São Carlos, comemos, seguimos viagem. Recebi mensagens avisando que rodovia havia sido inundada perto de Matão e era para ter cuidado. Continuamos, eu com muita dor nas costas, bunda e tornozelo direito (acelerar). Paramos no Posto 370, chegando próximo a Matão vimos vários locais onde ocorreram alagamentos e também  o buraco que pegou a pista sentido capital. Então, nada aconteceu conosco, graças a Deus! Seguimos, paramos em Mirassol, abasteci o carro e chegamos em casa às 22h30. Entramos com o carro na garagem sob os pulos da Lilica e da Dani e o Leãozinho acompanhando o carro. Ao entrarmos em casa, a Fia ficou nos olhando e depois miava sem parar!!! Que dó dela!!! Pois ela só aceita eu e minha mãe como companhias. Descarregamos tudo, guardei todas as minhas coisas, tomei banho e dormi na minha cama, na minha casa. Engraçado: todos os locais que ficamos foram maravilhosos, confortáveis e limpos, mas nada se iguala a casa da gente. Pois é NOSSO LAR. Enfim, minhas férias terminaram e pude descansar, rir, ver lugares maravilhosos...  

Missa das 9h - Basílica Nova/Aparecida/SP

Visão parcial do Apoio ao Romeiro/Aparecida/SP

Ao fundo o Hotel Cathedral/Aparecida/SP
Eu e minha mãe ficamos e recomendo

Vindo para casa...
Saudades de tudo o que aconteceu...

10º Dia das minhas férias

12 de janeiro de 2016 – terça-feira

Levantamos, como de costume, cedo. Tomamos café, acabamos de levar tudo para o carro. Tomamos banho, entregamos a chave e o cartão para o Odair (caseiro), ele foi conosco no apartamento, verificou tudo, agradeceu pela nossa educação e também agradecemos pelas orientações e prestatividade dele. Partimos às 9h30. Chegando em Caraguatatuba, trânsito parou. Ficamos uma meia hora parados. Entao, seguimos viagem, pegamos a Tamoios e os 8km de serra foram tranqüilos (graças a Deus, pois tenho pavor de dirigir nesse trecho). No planalto, paramos de novo por mais meia hora. Depois, tudo tranqüilo. Pegamos a Carvalho Pinto e a Dutra, onde paramos em um posto pra esticar as pernas. Chegamos em Aparecida às 11h30. Entramos direto no Santuário, visitamos o Apoio ao Romeiro, onde almoçamos (delícia de comida caseira, simples, apetitosa), fomos para a Basílica, visitamos Nossa Senhora, algumas capelas, vimos os horários das missas, começou a chover, voltamos para o carro e nos dirigimos para o hotel. Como eu já havia feito a reserva, apenas preenchemos o formulário, pegamos a chave do apartamento 211 (2º andar). Subimos pelo elevador panorâmico tendo o fundo a Basílica. Quarto limpo, bonito, confortável. Desfizemos nossas malas (poucas coisas), tomamos banho, descansamos e fomos andar nas lojinhas do comércio local para ver os preços e comprar lembrancinhas para pessoas queridas (no meu caso, minha sobrinha, irmã, duas funcionárias que trabalham comigo e só). Chegamos perto das escadas que levam à Basílica Velha e minha mãe me chamou para irmos por ali. Fiquei meio assim, mas fui. Quase morremos!!! É um morro com escadas, então dá para imaginar a canseira que foi. Chegamos lá em cima sem fôlego, suados... fiquei sentado me abanando sem parar e povo passava e devia achar que eu estava passando mal, mas não estava nem aí, pois estava era me acabando de tanto calor. Depois que passou, fui em uma lanchonete, tomei um café delicioso e eu e mamãe fomos visitar a Igreja Velha (linda, restaurada), que já estava lotada para a missa das 18h. Nós não ficamos, descemos uma ladeira doida para o hotel, sem querer passei em frente à lotérica, fiz meus joguinhos que adoro fazer, passei em uma farmácia e comprei um shampoo 2 em 1, chegamos ao hotel mortos de cansados! Tomamos banho, ficamos deitados: mãe vendo TV e conversando com minha irmã pelo celular e eu respondendo mensagens no WhtasApp e Messenguer. Às 20h fomos em um restaurante perto do hotel, pedimos lombo de porco com acompanhamento e veio tanta comida que dava para um batalhão comer. Depois da pança cheia, retornamos ao hotel, comi chocolate (Lolo – pois não achei em Maranduba), vimos um pouco de TV e dormimos cedo, que nem pedra. Dia bom!!!

10 sinos que serão colocados na Basílica Nova mais 1 maior

Entrada principal Basílica Nova

Estacionamento, Apoio ao Romeiro, Centro de Convenções (Basílica Nova)

Nossa Senhora Aparecida

9º Dia das minhas férias

11 de janeiro de 2016 – segunda-feira
15h22
Estamos no apartamento. Hoje, levantamos cedo como de costume, mas o tempo estava nublado e chuviscando. Tomamos café, banho e resolvemos ir para o centro de Ubatuba. Pegamos o carro e partimos. Antes de chegar na Praia das Toninhas o trânsito já estava terrível, praticamente parado. Resolvemos voltar e no primeiro retorno que vi, direcionei o carro e voltamos. Porém, o trânsito começou a ficar caótico nos dois sentidos. Nunca vi isso nos 5 anos que venho para cá. Enfim, demoramos duas horas para rodar 26 km. Horrível, uma sensação de prisão dentro do carro. Dor nos pés por frear/acelerar/engatar marchas (1ª e 2ª sem parar). Chegamos, mamis foi buscar marmitex (peixe, delícia), almoçamos, terminei a leitura do livro que minha diretora me emprestou, arrumei a cozinha, fiz café, tomamos. Saímos para ir ao supermercado e a uma lojinha do lado do Velas Chalés. Comprei doce (estava aguado para comer doce, pois fazia muitos dias que não comia chocolate), passamos na lojinha, comprei 4 camisetas para mim, um porquinho para guardar moedas/dinheiro (faço isso desde que venho aqui. Então, durante o ano vou economizando e sempre no final do mês de dezembro eu quero o porquinho e é o dinheiro que trago para a viagem – em 2015 deram 820,00.) Também comprei uma camiseta para o Tite e incensos indianos (adoro). Mãe comprou camisetas para o Beto e para o Márcio. Voltamos pra o chalés, mãe saiu de novo para andar pelas lojas. Fiquei vendo TV e acessei a internet (não estou publicando nada, nem fotos, nem curtindo, nada. Estou cansado disso. E estou de férias, então não quero saber ou fazer nada que me lembre o meu cotidiano nos outros 354 dias do ano. Às 18h eu e mamãe fomos para a praia, estava chuviscando bem fraquinho, então só levamos uma cadeira, água, máquina fotográfica e dinheiro. Lá, ela sentou-se debaixo de sete-copas e fui caminhar. Fui fotografando tudo: montanhas com as nuvens branquinhas cobrindo-as, ondas, mar na Praia da Maranduba, mar e ondas diferentes na Praia do Sapé, bico da divisa entre essa última e a da Praia da Lagoinha. Fotografei a ilha que fica em frente a esse bico, a extensão de areia enorme nesse ponto, o Recanto Primavera lindo, com suas árvores grandes e diferentes, a extensão da Praia da Logoinha, as casas, a extensão da Praia do Sapé e da Maranduba... fui fazendo tudo isso e pensando que era meu último dia aqui, uma sensação de nostalgia, de  término de dias bons em que descansei muito, pensei e refleti sobre minha vida e esse ano que se inicia. Escrevi na areia e tirei uma foto para guardar de recordação desse período tão gostoso e único. Voltei caminhando, molhando meus pés na água morna que as ondas traziam até a areia. Cheguei até onde a mamãe estava e um casal da idade dela estava lá, conversando com ela, também conversei com eles e me falaram que possuem um apartamento aqui e moram em São José dos Campos, falamos sobre o tempo, sobre o congestionamento hoje na rodovia nos dois sentidos. Eles nos aconselharam a ir amanhã de manhã, pois certamente no horário do almoço estará congestionado de novo. Mamãe foi comprar tapioca e fiquei ali com eles. Ela chegou, nos despedimos e fomos para o apartamento. Lá, tomamos banho, fui buscar lanche para nós, enquanto a mulher fazia fiquei olhando tudo: a feirinha, o centrinho com as lojas, padarias, supermercados, posto de gasolina, Polícia Militar, restaurante novo que abriu esse ano, as montanhas que estavam negras e já sem nenhuma nuvem, mostrando toda a sua grandiosidade e opulência... montanhas que dão medo em mim...rsrs... voltei, comemos, saímos de novo para dar uma volta e chupar sorvete. Voltamos, começamos a arrumar tudo, levamos para o carro, pois facilitará para nós amanhã de manhã. Estou digitando e mamis já foi para o quarto dormir. Agradeço a Deus por ter permitido esses dias de descanso aqui, tanto para mim quanto para minha mãe e pelo a bênção e proteção dele amanhã na nossa viagem até Aparecida. Amém!


P.S. “Como estamos aqui desde o dia 03/01, vimos pessoas indo embora, outras chegando e mesmo dizendo entre nós apenas o “bom dia, boa tarde e boa noite”, é estranho vê-las partindo... uma sensação de perda. Acho que sou louco por sentir-me assim. E, percebendo isso, tenho medo do meu futuro, pois sei que estarei sozinho. Por outro lado, não estamos sempre sozinhos, mesmo rodeados por pessoas?”





















8º Dia das minhas férias

10 de janeiro de 2016 – domingo

Dia maravilhoso!!! Levantamos 7h, tomamos café preto, fomos à missa na Igreja Nossa Senhora das Graças, a três quarteirões de onde estamos. Uma igreja pequena simples, mas com pessoas acolhedoras, que disponibilizaram cadeiras para todos que chegaram e não havia mais bancos. O Padre era estrangeiro (sotaque) e realizou uma celebração simples e objetiva, questionando o valor do Batismo para as pessoas hoje. Também questionou e se colocou contra aos “cursinhos’ que existem para padrinhos, pais que vão batizar as crianças. Questionamento dele foi o seguinte: e a fé no significado do batismo? Não existe? O que esses cursinhos oferecem a mais para os pais/padrinhos e batizandos? Achei bem pertinente o questionamento dele bem no domingo em que a Liturgia da Igreja Católica remete ao Batismo de Jesus por João Batista. A missa terminou às 9h30, passamos na padaria, compramos pão, voltamos para o apartamento, tomamos café completo, pegamos nossas tralhas e partimos rumos à praia. Lá, montamos nosso “acampamento” no lugar de sempre e que gostamos, fui caminhar para o lado esquerdo e cheguei até à praia da Lagoinha. Fiquei encantado com o bico que faz ao terminar a praia do Sapé e inicia a da Lagoinha. Lugar lindo, faixa de areia enorme, mar calmo, ilha pertinho da costa, muitas árvores. Também vi o Recanto Primavera, um dos locais que pesquisei em agosto do ano passado para passar esses dias aqui, porém não me responderam. Adorei o lugar!!! Voltarei lá amanhã para fotografar tudo e mais um pouco, pois hoje não levei celular, nem câmera. Voltei, com pernas doendo e relatei para mamãe o que vi. Assim que cheguei, ela foi caminhar e entrar na água. Descansei um pouco e retomei a leitura do livro que estou lendo. Assim que ela voltou, comprou um lanche natural, comeu e ficamos conversando. Hoje, o tempo estava nublado, de vez em quando o sol saía, mas o mormaço e calor estavam terríveis. Entrei na água, estava quentinha e límpida. Nadei, furei ondas, fiquei vendo umas meninas e meninos com um colchão de ar tentando furar as ondas e, logicamente, não conseguiam. Era cada tombo, que não sei como eles não se machucaram...rsrs voltei para o guarda-sol, fiquei de pé para me secar, depois comprei um lanche para mim também (de frango, delícia). Depois, mamis foi andar de novo e entrar na água e fiquei lá, vendo o movimento, o mar lindo, as ondas, o povo no Ski-banana se divertindo... mamis voltou, ficamos os dois lendo, conversando e o tempo voou... voltamos para casa às 15h, fiz almoço, tomei banho, mãe voltou à praia para comprar um vestido pra ela, chegou, também tomou banho, comemos, arrumei a cozinha, fui para o quarto ler, mãe ficou na sala vendo TV e fazendo crochê. À tardezinha, demos uma volta pelo comércio local e voltamos para o Velas Chalés. Esquentei a janta, comemos vendo o Domingo Espetacular (a parte dos animais...amamos!!!), depois fomos chupar sorvete e andar pela feirinha. É pequena, mas com muita diversidade de barraquinhas, pessoas, cheiros, sons. Voltamos, vimos mais um pouco de TV e fomos dormir.

7º Dia das minhas férias

09 de janeiro de 2016 – sábado

Levantei 7h30, mamãe havia passado mal (estômago – também abusou da pizza com catupiry ontem). Ela tomou remédio, melhorou e partimos para a praia. Nesse horário havia poucas pessoas por lá e montamos nosso cantinho no local que gostamos. Como faço todas as háshãs, fui caminhar com os pés na água e na areia molhada (uma delícia). Fui cruzando com casais de pessoas com mais idade que aproveitam esse horário com sol fraco para caminhar também. Andei bastante não me cansando de olhar para o mar, as ondas, as montanhas... a impressão que dá é que um é complemento do outro. As ilhas também se fazem presentes e emanam uma magia incrível. Mistérios de filmes de piratas e de livros que já li. Voltei, entrei na água e estava deliciosa: transparente, verde-azulada, hoje o mar estava calmo, sem puxar. Nadei, mergulhei, boiei, furei ondas. Ri muito de uma família com 13 pessoas (sim, contei) que entraram de mãos dadas e a cada onda que vinha todos gritavam e pulavam... fiquei vendo aquilo, a alegria, a simplicidade e o “to nem aí” para as outras pessoas. Isso é praia!!! Voltei, fiquei ao sol me secando, mamis lendo. Sentei, tomamos refri e comecei a ler também. As pessoas começaram a chegar e a montar suas barracas/guarda-sóis, trazendo caixas de bebida e comida. Os vendedores ambulantes passando correndo, pois a fiscalização estava tomando tudo o que eles vendem. Não concordo com isso, pois eles estão trabalhando e não roubando. Por que não fiscalizam e prendem os políticos corruptos do nosso país? Uma sensação de distorção de valores se fez presente em mim. Fui caminhar de novo, para o outro lado, e foi quase impossível, pois havia muitas pessoas mesmo. Mas fui por mais uma hora, agora vendo tudo e mais um pouco do lado direito de onde estávamos. Uma coisa que chama a minha atenção aqui na Praia da Maranduba/Ubatuba-SP é a quantidade de árvores “Sete-copas”: são enormes, lindas, fazem sombra e pelos troncos grossos e galhos plantas nativas nascem e caem em cachos lindos! Fotografei muitas e posto as fotos abaixo. Às 14h30 voltamos para o Velas Chalés, tomamos banho, almoçamos, descansamos deitados no quarto geladinho pelo ar-condicionado. Lá pelas 16h fomos à padaria do lado e compramos pão e rosca recheada com muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiito melado... fiz café, tomamos e comemos. Em seguida, mamis conversou com minha irmã e com nossos animais está tudo ok, mas com minha avó não. Ela já não dá conta de fazer muita coisa, tem as manias dela, está com incontinência urinária. Algumas pessoas da minha família não compreende a idade dela, 87 anos, e ficam criticando. Minha mãe cuida dela e da casa dela como ninguém, e não reclama, pois compreende as limitações dela. Quando eu chegar em minha casa vou colocar rapidamente os pingos nos is, doa a quem doer. Bom, às 18h íamos voltar para a praia, mas começou a chover, então ficamos no apartamento, li, fiz a janta, eu e mamãe comemos, vimos TV, conversamos, vimos fotos/vídeos dos nossos animais, a chuva deu uma parada e fomos à sorveteria ao lado do Velas Chalés para comprar sorvete (delicioso). Chupamos lá, demos uma andada pelo centrinho (feirinha, lojas), voltamos, li mais um pouco, acessei internet, apesar do sinal da Vivo ser ruim aqui e o Wi-fi idem. Tomei mais um banho e dormi como um anjo!!!

6º Dia das minhas férias

08 de janeiro de 2016 – sexta-feira

Como dormi tarde, acordei às 10h, tomei café, arrumamos tudo e partimos pra a praia. Montamos “nosso acampamento” bem próximo do local por onde entramos. Ficamos ali vendo o movimento e conversando. Fui caminhar durante uma hora, voltei, mamãe também foi, entrou na água, voltou, foi comprar tapioca pra ela e um short para minha irmã. Fiquei lendo, rindo da maré que subia e invadia as barracas e guarda-sóis e o povo correndo para pegar antes que as ondas levassem tudo. Perto de nós havia uma família enorme, umas mulheres doidas que cantavam músicas sertanejas antigas e gritavam... todo mundo olhava e ria, fazer o que!!! Depois, entrei na água, que estava mais quente que ontem e não estava puxando tanto. Furei ondas, mergulhei, boiei... uma delícia sentir a água pelo corpo. Também fiquei vendo a praia de dentro do oceano: pessoas de todos os jeitos, famílias, muitas famílias, pessoas idosas, vendedores de tudo quanto é coisa, crianças brincando com bolas, pipas... enfim, a miscigenação de raças, credos e tudo o que forma uma sociedade. Por esse e outros tantos motivos que amo o litoral de SP. Voltamos para casa às 14h30, tomamos banho, busquei marmitex com peixe (delicioso), comemos, liguei celular, conversei com minha irmã e amigas da escola, além do meu amor que está morrendo de ciúmes por eu estar aqui (uma bobeira, pois estou com minha mãe e não é da minha natureza trair), li algumas mensagens no Face, mas não curti, nem comentei, nem publiquei nada... estou cheio daquilo. Minha irmã ligou, conversou com minha mãe, falou que nossos animais estão bem, meus avós também, lá estava chovendo muito e aqui um sol de rachar... vimos TV, mamis fez biquinho de crochê em uma toalha, tomamos o café da tarde bem tarde e partimos para a praia novamente... levamos apenas as cadeiras e ficamos sentados vendo o dia indo embora e a noite chegando... o lusco-fusco maravilhoso envolvendo oceano, montanhas... povo desmontando barracas e partindo, outros chegando para correr, caminhas com família e cachorros... fui caminhar também, tirei algumas fotos, mamis foi andar e veio com um monte de conchinhas (tudo o que acha pega... cada coisa!). Voltamos para o Velas Chalés, tomamos banho, fomos comer pizza (deliciosa – frango com catupiry), em um restaurante aqui perto que estava com música ao vivo e muitas pessoas. Voltamos, mamãe assistiu à minissérie “Rei Davi” (se não assistir ela morre), arrumei a cozinha, fiquei no salão assistindo à TV lá (por assinatura) até tarde, voltei, li e respondi algumas mensagens no WhatsApp e dormi (hoje dormi, pois estava cansado demais).

5º Dia das minhas férias

07 de janeiro de 2016 – quinta-feira
Levantei cedo de novo. Minha mãe já havia ido à padaria, feito o café. Tomei, comi pão com presunto (amo, coisa de pobre kkkkk), arrumamos tudo e partimos para a praia. Antes, passamos em uma loja e comprei outro guarda-sol (enormeeeeeeee), uma cadeira que deita (azul, linda, de alumínio) e um negocinho que faz buraco facilmente na areia da praia para se colocar o cabo do guarda-sol (não sei o nome kkkk). Chegamos, montamos tudo, me lambuzei de protetor solar e fui caminhar por uma hora mais ou menos, voltei, entrei na água (gelada, ondas fortes, correnteza terrível), mas uma delícia. Voltei para onde mamãe estava e aí foi a vez dela caminhar e entrar na água. Fiquei por ali lendo, tomando refri, vendo a paisagem, pessoas chegando e montando suas barracas ou apenas com cadeiras de praia mesmo. O céu estava limpo, um vento forte soprando o que amenizava a sensação térmica. Mamãe voltou, ficou ali comigo, tiramos algumas fotos, ela foi buscar pastel para nós, comemos (delícia, o meu foi de franco com catupiry e o dela só de queijo). De repente, a maré veio com tudo e chegou pertinho de nós, mas levou bolsas, cadeiras, bolas, chinelos de outras pessoas que estavam à nossa frente... foi um corre corre danado!!! Uma gritaria só. Foi um desmonta e monta de novo os guarda-sóis que só vendo. Ficamos até 13h30 lá. Voltamos, tomei banho, mamis fez almoço, tomou banho também, comemos, li, ela também e depois fomos andar para o lado esquerdo (sentido Ubatuba). Descobrimos mais lojas de artesanato, novas pousadas, pizzaria. Entramos em uma loja, compramos um maiô para a Giovana, uma sunga linda para mim (estilo cueca boxer), uma toalha de praia e voltamos para o Velas Chalés. Guardamos tudo e fomos para a praia de novo. Caminhamos até a praia do Sapê e mostrei para a mamãe a casa que está à venda (linda, afastada, com um gramado enorme na frente, cheia de árvores e cercada de muro e tela altíssima em cima dele (na hora pensei na segurança que nossos gatos teriam ali – também pensei na Dani e na Lilica descendo as escadas que davam para a areia conosco, latindo para todo mundo e correndo da água)...rsrs... ao invés de pensar na família, penso nos meus animais... Voltamos para casa, mas antes procuramos um local que vendesse porção de peixe, mas o único local que vendia era caro demais e só começariam a fazer depois das 20h. Desistimos, chegamos no apartamento, tomamos banho, jantamos, vimos TV (ela está fissurada na minissérie “Rei Davi”) e fomos tomar sorvete do lado do Velas Chalés. Voltamos, ela foi ler no quarto (liguei o ar para ela), fui no salão para poder acessar a internet pelo celular no wi-fi daqui (mas sinal é ruim demais, assim como o da Vivo). Voltei, vou assistir a um filme e depois dormir, pois amanhã tem mais.

P.S. “Fiquei observando minha mãe hoje, já velhinha, com uma dor no tornozelo esquerdo... tanto que ela adorava andar sem parar e hoje já não pode fazer tanto. A idade chega e só traz prejuízo para as pessoas. Por isso faço o que posso e o que não posso por ela.”

P.S. 2 “Perdi o sono... fui dormir às 4h da manhã. Fiquei lendo e assistindo a filmes no notebook. Ainda bem que trouxe meu HD externo com filmes.”


Casa à venda Praia do Sapé/Ubatuba/SP

Praia do Sapé/Ubatuba/SP (início da praia)



4º Dia das minhas férias

06 de janeiro de 2016 – quarta-feira

Acordei bem melhor, como se nada tivesse acontecido comigo. Graças a Deus! Tomamos café, tomei banho, fomos para a praia, mamãe foi andar e entrar na água, fiquei debaixo do guarda-sol lendo e observando as ondas, as montanhas, as pessoas indo e vindo, os vendedores de tudo e mais um pouco que existem nas praias. Às 12h30 voltamos para o apartamento, fiz almoço enquanto mamis tomava banho, comemos, cochilamos, vimos TV, acessei internet, saímos pelas lojinhas para ver preços de maiôs para a Giovana. Também perguntei preço de cadeira de praia que deita e guarda-sol maior (os nossos já tem 4 anos). Voltamos, nos trocamos e fomos à praia. Lá, fui caminhar e cheguei até à praia do Sapé, cheia de casas pé-na-areia, umas para venda, outras para alugar, umas bem cuidadas e outras abandonadas. Cruzei com famílias caminhando também, o cheiro da maresia (que amo) misturado com o odor de protetores solar diferentes que são peculiares em cidades praianas. O vento estava forte e as ondas também. Caminhei tempo todo com os pés na água salgada e límpida, com pequenos caranguejos saindo e entrando em buraquinhos feitos por eles mesmos na areia. Voltei, fiquei sentado na cadeira, mamãe na água conversando com uma senhora crente que acompanhava as filhas pequenas que brincavam perto delas. Do lado direito, bem distante, o canto que há quatro anos íamos. Vendo-o tão distante bateu uma saudade danada dos momentos bons que passamos lá. Olhando para o lado direito, a praia da Lagoinha com casas, pousadas e hotéis. Enfim, Maranduba, lugar que amo demais. Voltamos anoitecendo para o Velas Chalés. Tomamos banho, jantamos, vimos TV e fomos chupar sorvete e andar pela feirinha. Lá, encontramos na barraca 6 o senhor que pegamos amizade há 3 anos e que tinha uma lojinha de artigos diversos. Ele nos contou que uma funcionária roubou ele a esposa dele (trocou a máquina de passar cartão de débito/crédito, e tudo o que os clientes pagavam por meio dela ia pra a conta dela), além do dono do prédio cobrar 1500,00 por mês de aluguel. Então, ele resolveu montar a barraca na feirinha de novo, pois só paga 300,00 por ano para a Prefeitura de Ubatuba para ter a licença e usar o espaço. Também nos contou sobre o assalto que teve aqui recentemente, em que bandidos metralharam o Posto da Polícia Militar, o posto de combustível, e roubaram todo o dinheiro que havia nos caixa eletrônicos do Banco do Brasil, Bradesco e Caixa Federal. Por esse motivo, para sacar dinheiro, ou vai para Caragua ou para Ubatuba. Depois de nos despedirmos e da mamãe comprar algumas lembrancinhas dele, voltamos para o apartamento, vimos TV, li, mamis foi dormir, também fui, mas perdi o sono. Levantei, fui lá à frente do prédio (do lado da rodovia), fiquei observando o movimento, voltei e, finalmente, dormi.

Velas Chalés

Mamis chegando do mercado...rsrs

Velas Chalés 

3º Dia das minhas férias

05 de janeiro de 2016 – terça-feira

Eu e mamãe levantamos 8h, tomamos café, arrumamos as tralhas e fomos para a praia. Montamos guarda-sol, ajeitamos tudo, passei bronzeador e fui caminhar durante uma hora mais ou menos. Voltei, mamãe foi para a água e caminhar. Assim que ela voltou, fui pro mar. Água quentinha, mas com ondas fortes (nunca havia visto ondas fortes em Maranduba). Fiquei muito tempo mergulhando, boiando, furando as ondas. Voltei pro guarda-sol, mamãe foi andar de novo. Tomei refri e água. Às 13h voltamos para o apartamento, tomamos banho, fiz almoço, comemos. De repente, meu estômago começou a ficar embrulhado, uma sensação horrível. Minhas mães e pés ficaram gelados, Meus olhos doíam e comecei a arrotar torremos (comi no almoço). Meu corpo ardia também o que melhorou com loção pós-sol que minha mãe passou em mim. Deitei e dormi que nem uma pedra, coberto e tremendo de frio. Acordei às 18h, um pouco melhor, mas com o estômago ainda ruim. Tomei remédio. Não consegui jantar. Mamãe foi andar pelo comércio e fiquei vendo TV. À noite, me deu vontade de chupar sorvete e fui à sorveteria encostada no Velas Chalés e comprei de chocolate. Sentei em um banco de madeira e fiquei ali, vendo os carros passando. Terminei, voltei para o apartamento, escovei dentes, vi TV com mamis e dormimos. Nunca havia acontecido isso comigo. Não sei se foi o excesso do sol, se realmente foi o torresmos, mas que sensação tenebrosa que senti hoje. Espero nunca mais passar por isso.


Praia da Maranduba/Ubatuba/SP

2º Dia das minhas férias

04 de janeiro de 2016 – segunda-feira

Acordamos 8h30, tomamos café, fomos para a praia, caminhei, mamãe entrou na água e fiquei no guarda-sol observando as ondas (mar bravo), as pessoas, a natureza que tanto me encanta nessa parte do estado de São Paulo. Lá pelas 12h30 voltamos para o apartamento, tomamos banho, fiz almoço, comemos, arrumei a cozinha, vimos um pouco de TV e fomos andar pelo comércio local (lojinhas de artesanato, de roupas etc). Minha irmã ligou e falou que a Dani estava bem, andando, comeu e tomou leite e muita água. Fiquei feliz demais, pois estava preocupado com nossa cachorrinha velhinha já (12 anos). Voltamos, li e à tardezinha voltamos para a praia, onde caminhei de novo, vendo as casas maravilhosas pé na areia que ali existem. Também vi algumas com placa de vende-se e nunca desejei ser rico como agora, para poder adquirir uma delas e me mudar para cá com meus animais. Voltamos para o apartamento, tomamos banho, jantamos, saímos novamente, fomos tomar sorvete e caminhar pela orla, observando as barraquinhas que vendem de tudo um pouco. Voltamos, vimos um pouco de TV e dormimos.

1º Dia das minhas férias

03 de janeiro de 2016 – domingo

Acordei às 6h30, tomei café e comecei a levar nossas coisas para o carro (compra, cadeiras, guarda-sol, malas, travesseiros etc). Fui ver como a Dani estava e ela apenas ergueu a cabecinha para me olhar enquanto eu conversava com ela e a acariciava. Fui na vó e me despedi dela, do vô e do cuidador. Desci pra casa, tomei banho, passei de novo na casa da vó para deixar as chaves que seriam entregues para minha irmã hoje à tarde. Eu e mamãe saímos às 9h30 mais ou menos. Logo após Votuporanga, o trânsito começou a ficar intenso, pois eram as pessoas voltando do interior para a capital e outras cidade. Em São Carlos foi impossível parar no Castelo de tantos carros, ônibus e pessoas. Seguimos viagem e próximo a Limeira o trânsito parou. Perdemos mais de uma hora naquele trecho. Assim que pegamos a Anhanguera, tudo se normalizou. Consegui parar e comer alguma coisa em um posto na cidade de Sumaré, e isso eram 14h30. Ah, um pouco antes consegui ver o carro do meu cunhado voltando para nossa cidade, mas nem deu tempo de buzinar. Seguimos, pegamos a Dom Pedro e tudo foi tranqüilo. Depois, a Carvalho Pinto e logo em seguida a Tamoios. Essa rodovia totalmente reformada, com radares que impedem os motoristas de cometerem as loucuras. Ao adentrar a serra, muita neblina e chuvisqueiro. A sorte é que o trânsito intenso estava no sentido litoral-capital, no meu caso que estava descendo pouquíssimos carros. No trecho final com 8km de serra terrível, fiquei com muito medo. Chegamos em Caraguatatuba, fui para Ubatuba e chegamos em Maranduba às 19h30. Entramos no Velas Chalés, o senhor Odair (caseiro) nos recebeu, orientou a respeito do funcionamento, entregou chaves e cartão para abrir portões, nos levou ao apartamento 4. Ficamos encantados, pois todos os móveis são novos, banheiro lindo, pia, quarta com camas boxer. Enfim, tudo novinho e maravilhoso. Nem acreditamos. Descarregamos tudo, arrumamos, fomos comer lanche de pernil de porco e chupar sorvete. Ao voltarmos, minha irmã ligou para informar que minha avó estava aos prantos, pois uma gatinha velhinha dela havia sumido. Fiquei puto da vida, pois recentemente uma gatinha minha também “sumiu” (mas conseguimos achá-la) e meu gatinho Scooby também. Sabendo quem poderia ter feito essa maldade, publiquei um post no meu Face arregaçando a boca do balão. Depois, mesmo com raiva e triste, dormimos que nem pedra.

Scooby... obrigado por conviver conosco por tão pouco tempo.
Ti amo muito! 
Um dia nos encontraremos... eu acredito.

Praia da Maranduba - Ubatuba/SP


sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Reveillon 2015

E 2015 acabou.

Para mim, um dos piores anos da minha vida. Por inúmeros motivos não deixará saudades.

Ontem não saí, fiquei em casa, meu amor chegou, fiz uma janta simples e deliciosa, comemos, ficamos conversando perto da piscina. Entramos, tomei banho, ficamos conversando e rindo.

Depois, assistimos a alguns vídeos no Youtube com os animais nos rodeando e fazendo gracinhas uns com  os outros. Lá da piscina dava para ouvir o show que acontecia na praça e que iniciou às 22h mais ou menos. Antes da meia-noite, o cantor começou a contagem regressiva juntamente com o povo, e ao iniciar 2016 iniciaram os fogos de artifício que duraram exatamente 16 minutos (marcamos no celular). De onde estávamos vimos perfeitamente. Foi lindo e emocionante! Ao mesmo tempo, fiquei preocupado com os animais abandonados e que vivem nas ruas, pois a maioria não gosta de fogos de artifício. Aqui em casa, bem antes, coloquei minhas duas cachorras dentro de casa, no banheiro, com suas caminhas, fechei janela e porta e elas ficaram lá, quietinha. Também fiquei e ainda estou preocupado com a Dani, pois ela não está bem: toma água, mas não come nada. O Gardenal que ela toma diariamente eu estou tendo que dissolver na água e colocar na boca dela por meio de uma seringa. A veterinária já viu e diagnosticou que ela comeu algo que não fez bem (vomitou várias vezes). Mas, com os medicamentos, e se Deus a abençoar, ela ficará boa logo. 

Bom, voltando ao Reveillon, todo final de ano, especialmente nessa data, faço um balanço da minha vida, do ano que findou. É inevitável. Acontece naturalmente comigo. Penso nas coisas boas, nas coisas não tão boas que aconteceram. Naquilo que eu deveria ter feito e não fiz por medo, por vergonha... Penso, também, em pessoas que saíram da minha vida e em outras que entraram. Penso na minha família, nos meus animais que estão comigo e aqueles que não estão mais, que se foram no ano que termina. Lembro-me da minha infância e adolescência, do meu pai, avós paternos que já faleceram. Penso no futuro que é incerto, fascinante e amedrontador. Enfim, penso.

Que 2016 seja melhor que 2015.

Abraços fraternos a quem ler essas palavras.