03 de janeiro de 2016 – domingo
Acordei às 6h30, tomei café e
comecei a levar nossas coisas para o carro (compra, cadeiras, guarda-sol,
malas, travesseiros etc). Fui ver como a Dani estava e ela apenas ergueu a
cabecinha para me olhar enquanto eu conversava com ela e a acariciava. Fui na
vó e me despedi dela, do vô e do cuidador. Desci pra casa, tomei banho, passei
de novo na casa da vó para deixar as chaves que seriam entregues para minha
irmã hoje à tarde. Eu e mamãe saímos às 9h30 mais ou menos. Logo após
Votuporanga, o trânsito começou a ficar intenso, pois eram as pessoas voltando
do interior para a capital e outras cidade. Em São Carlos foi impossível parar
no Castelo de tantos carros, ônibus e pessoas. Seguimos viagem e próximo a
Limeira o trânsito parou. Perdemos mais de uma hora naquele trecho. Assim que
pegamos a Anhanguera, tudo se normalizou. Consegui parar e comer alguma coisa
em um posto na cidade de Sumaré, e isso eram 14h30. Ah, um pouco antes consegui
ver o carro do meu cunhado voltando para nossa cidade, mas nem deu tempo de
buzinar. Seguimos, pegamos a Dom Pedro e tudo foi tranqüilo. Depois, a Carvalho
Pinto e logo em seguida a Tamoios. Essa rodovia totalmente reformada, com
radares que impedem os motoristas de cometerem as loucuras. Ao adentrar a
serra, muita neblina e chuvisqueiro. A sorte é que o trânsito intenso estava no
sentido litoral-capital, no meu caso que estava descendo pouquíssimos carros.
No trecho final com 8km de serra terrível, fiquei com muito medo. Chegamos em
Caraguatatuba, fui para Ubatuba e chegamos em Maranduba às 19h30. Entramos no
Velas Chalés, o senhor Odair (caseiro) nos recebeu, orientou a respeito do
funcionamento, entregou chaves e cartão para abrir portões, nos levou ao
apartamento 4. Ficamos encantados, pois todos os móveis são novos, banheiro
lindo, pia, quarta com camas boxer. Enfim, tudo novinho e maravilhoso. Nem
acreditamos. Descarregamos tudo, arrumamos, fomos comer lanche de pernil de
porco e chupar sorvete. Ao voltarmos, minha irmã ligou para informar que minha
avó estava aos prantos, pois uma gatinha velhinha dela havia sumido. Fiquei
puto da vida, pois recentemente uma gatinha minha também “sumiu” (mas
conseguimos achá-la) e meu gatinho Scooby também. Sabendo quem poderia ter
feito essa maldade, publiquei um post no meu Face arregaçando a boca do balão.
Depois, mesmo com raiva e triste, dormimos que nem pedra.
Scooby... obrigado por conviver conosco por tão pouco tempo.
Ti amo muito!
Um dia nos encontraremos... eu acredito.
Praia da Maranduba - Ubatuba/SP

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