Fevereiro chegou, deixei de ser coordenador, iniciaram as aulas com poucos alunos (sem transporte nos dois primeiros dias), minha vida deu uma mudada.
Nesse tempo que fiquei sem escrever aconteceram algumas coisas na minha vida:
* voltei para meu cargo de professor;
* perdemos diretora, professora mediadora e coordenador (eu);
* saiu resultado do Idesp 2016 e superamos a meta no ensino médio e faltou poquíssimo no ensino fundamental (por causa de uma aluna que ficou retida por não ir à escola);
* com mais tempo livre no meu horário estou ajudando muito mais minha mãe em casa;
* ganhei jogo de taças azuis maravilhoso da minha amiga Rubiane (nunca tive taças tão lidas, aliás, nunca tive taças em casa..rsrs...pobreza mesmo!);
* chuva parou e calor voltou com tudo;
* levei gato nosso no veterinário com problema no rim (justo agora que terminei de castrar todos e todas, começaram os problemas de saúde...).
Enfim, fatos, coisas que para muitas pessoas não têm importância, mas que fazem parte do meu cotidiano, da minha história e que relato aqui para quem quiser ler.
Algo que me deixa feliz, em paz, na plenitude, é quando chego em casa às 17h, sento em uma cadeira no alpendre, que está fresquinho por causa das árvores que sombreiam a varanda toda, e fico ali, com os Tetês e com o Picolino no colo, ouvindo os beija-flores vindo se alimentar nos bebedouros que espalhei, vendo os outros gatinhos (filhotes da Jery Lee) correndo, brincando, pulando, brincando, ouvindo pássaros, grilos e cigarras chamando chuva, vendo os raios solares por entre os galhos e folhas, se despedindo do dia e dando as boas vindas à noite... fico um tempão ali, só observando e curtindo exageradamente esse momento tão único e que me deixa nas nuvens. Depois de um bom tempo, entro, me troco e vou varrer, recolher as folhas e os cocos, ensaco tudo e coloco para o caminhão do lixo pegar. Então, volto a sentar e apreciar esse espetáculo tão só meu e dos meus a animais. Às vezes, minha mãe e sobrinha também ficam por ali. Mamis cuidando de suas plantas, e a Giovana no balanço cantando, conversando ou brincando com o Picolino. Se pudesse parar o relógio nesses momentos, eu pararia... eternamente.
Agora, tempo fechou, está trovejando e relampejando em parar, acredito que vai chover muito (pelo menos é o que mostra a previsão do tempo).
Vou assistir a minisséries e depois dormir.
Como os locutores diziam nas festa de peão que eu ia aqui na minha cidade há mais de 30 anos: "E começa tudo de novo..."
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