quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Quarentena XIX

 15 de outubro de 2020 - Quinta-feira - 11h47


Em casa. Tempo fresco. Choveu essa madrugada. Está ventando.

Meu avô, Francisco Barco Neto, faleceu domingo, dia 11 de outubro, às 9h da manhã. Ele estava internado desde o dia 03, na Santa Casa de Votuporanga. Nesses dez dias de internação, foi uma correria total... muito cansaço, ele não reagia à medicação, começou a tomar Morfina para amenizar a dor, então, veio a falecer. Dormindo. Ajudei no que pude nesse período e no dia da morte dele. O velório aconteceu aqui. O corpo era para ter chegado às 13h30, mas chegou quase às 15h e ficou até às 17h. Foi enterrado, corpo foi encomendado, teve orações, consternação, poucas pessoas e familiares apenas os mais próximos. Estamos até agora meio abobalhados (alguns da família, os que de fato conviveram com ele mais de perto, principalmente nesses últimos cinco anos em que o Alzheimer se fez mais presente). Que ele tenha a paz eterna e descanse nos braços de Deus.

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Em relação à vida, estou vivendo.

Um cansaço enorme se abateu sobre mim... quase bati meu carro semana passada ao entrar numa rua contramão em Votuporanga. 

Meus animais são os que me apoiam e ficam ao meu lado. Quem poderia fazer isso, não faz, não está nem aí. Egoísmo puro. Mas é bom, pois a gente realmente não conhece as pessoas, mas com o tempo nos mostra o verdadeiro caráter de cada um. Tenho dó.

Que tudo corra bem. 




ADEUS = A-DEUS:
Não é uma despedida, é entregar nas mãos de Deus aquilo que você não pode mais cuidar.

                                                                                                                                                          Caio Fernando Abreu

Até breve, vô Chico.


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