07 de janeiro de 2017 – Sábado
Na noite passada meu deu
insônia consegui dormir apenas a 1h30
(estava uma arrastação de móveis em cima do nosso apartamento que parecia baile
de forró). Mesmo assim, acordei às 7h30, tomamos café, fomos até o apartamento
da tia Cleusa, e fomos todos juntos para a praia. Eles montaram acampamento
perto de nós. Passei bronzeador e fui caminhar sozinho. Passei pela praia do
Sapé, cheguei no bico da praia e início da praia da Lagoinha, bem em frente a
uma ilha. Lá, comprei refrigerante, tomei, estava suado, com muito calor. Tirei
algumas fotos, tirei o short com o celular dentro e pedi a um casal se eles
tomavam conta enquanto eu entrava na água. Eles foram muito educados e tomaram
conta. Entrei bem no bico. Fiquei surpreso, pois ali não há ondas, é uma
espécie de lagoa mesmo (daí o nome da praia), andei uns 50m para a água dar na
minha cintura. Uma delícia: água transparente, cheia de peixinhos, quente,
calma... mergulhei, boiei, aproveitei o máximo que pude. Enquanto fazia tudo
isso, observava a paisagem desenhada: a ilha bem pertinho de onde vinham canto
de pássaros diversos, os peixinhos que me rodeavam, a areia no fundo que nem se
mexia quando eu pisava, os eucaliptos do acampamento em frente, as poucas pessoas
ali nadando também (umas cinco, no máximo). Enfim, eu estava praticamente
sozinho ali. Todo o oceano apenas para mim. Uma sensação de paz me invadiu e
curti aquele momento. Depois de uns 40 minutos, saí, peguei meu short com o
celular, agradeci ao casal e voltei para onde estavam minha mãe, tia, prima e
primos. O Sol forte me secou completamente até eu chegar lá. Ao fazer isso,
sentei, fiquei conversando e rindo das doideiras da minha tia (não dava sossego
pro meu priminho Henrique que queria ir para a água, brincar na areia, fazer
castelo... coisas de criança e ela implicando e chamando a atenção da minha
prima e do marido dela). Eu ria muito, pois sei do jeito dela. Também
conversamos muito sobre religião, equipes de liturgia, parentes. Além de tudo,
rimos muito dos tombos do povo numa espécie de skybanana redondo que rodopiava
na água bem próximo da praia. Às 11h30 eles foram para o Velas Chalés e eu e
mamãe ficamos na praia. Aproveitei e entrei na água, onde fiquei boiando,
nadando, mergulhando, rindo de uma família que tentava se equilibrar em cima de
um colchão de ar, mas por causa do movimento do mar, quando um conseguia subir
derrubava os demais.... depois, saí, fui para o guarda-sol, tomei refri e água,
fiquei conversando com a mamãe. Às 13h voltamos para o Velas Chalés, tomamos
banho, almoçamos, arrumei toda a cozinha, fomos para o quarto, liguei o ar
condicionado, eu e mamis dormimos até às 16h. Acordamos, fomos comprar carvão e
refrigerante, pois o Aguinaldo fara churrasco amanhã e nos convidou para
almoçar com eles, e é a forma de ajudar. Às 18h estávamos arrumando tudo para
ir para a praia, mas começou a chover, trovejar e relampejar, assim ficamos com
receio de raios e ficamos no apartamento mesmo. Fiz janta, comemos, chuva
parou, céu ficou estrelado e eu e mamãe fomos andar pela orla. Paramos em uma
barraquinha na feirinha de um casal que conhecemos da primeira vez que viemos
aqui, até hoje eles no reconhecem; conversamos muito, comprei lembrancinhas que
eles fazem com conchinhas, estrelas do mar, nos despedimos e continuamos a
visitar as barraquinhas. Depois, fomo no mini-shopping, passamos pelas lojas,
fomos até uma rua paralela e vimos uma casa que estava abandonada totalmente
reformada, com quintal enorme e arborizado com muita grama aparada. Casa ficou
linda demais. Estava vazia. Imaginei eu, minha mãe e nossos animais morando
ali. Um sonho, eu sei, mas pelo menos em relação a isso eu ainda sonho.
Voltamos, paramos em outra lojinha, mamãe comprou incenso (adoramos), voltamos
para o apartamento, assistimos a um pouco de TV, acessei internet, li e dormi
rapidamente.
Praia da Maranduba/Ubatuba/SP

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