sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Férias - Parte VI

08 de janeiro de 2017 – domingo

Coloquei celular para despertar às 6h30, assim que tocou eu levantei, chamei a mamãe, fiz o café enquanto ela buscou o pão. Na volta, ela encontrou a tia Cleusa e a chamou para ir conosco na missa no Castelo do Arautos do Evangelho. Tomamos café, tomei banho, me troquei, e lá fomos nós três. Peguei a rodovia e no final da praia da Maranduba peguei uma estradinha de terra/pedras bem rústica e subimos a serra bem devagar. O mar e a praia ficavam lá embaixo... a chegarmos na entrada do Castelo, um guarda uniformizado abriu o portão enorme, perguntei se podia estacionar lá dentro e ele, educadamente, disse que sim. Questionei se pagava na entrada ou na saída e ele respondeu que nada ali dentro era pago. Entramos, estacionei, fomos recepcionados por um dos padres vestido com os trajes próprios dos Arautos, a igreja estava com o ar condicionado embutido ligado, ele nos orientou logo na entrada que poderíamos preencher uma ficha com pedido para as missas realizadas por eles e apenas para eles durante a semana, também indicou a revista dos Arautos para que, se quiséssemos levar. Entramos e ficamos maravilhados com as pinturas nas paredes, vitrais, altar, bancos estofados, inclusive para os joelhos. Em cima de cada poltrona o folheto da missa em latim, em português e com as partituras das músicas que seriam cantadas. Sentamos na primeira fila (fomos os primeiros a chegar), e logo a igreja encheu. Antes de começar a celebração, um dos membros ensaiou conosco o refrão dos cânticos acompanhado pelo órgão e pelos demais participantes do coral. A missa começou com a entrada do celebrante, Padre Vítor (também responsável pelo seminário que existe no castelo). Todo um ritual para genuflexão, leituras, cânticos, entrada dos leitores, do salmista (que cantou gregoriano), enfim, fiquei maravilhado com tudo. Por várias vezes me emocionei e meus olhos ficaram marejados de lágrimas. No Ato Penitencial não consegui pensar em ninguém, apenas em mim, pedi perdão pelo meu afastamento da igreja, pedi perdão pelos pensamentos negativos que nesse ano que acabou me acompanharam, pedi perdão pelas palavras e ações que eu fiz/falei sabendo estar erradas. Hoje, celebrando a Epifania do Senhor, o Padre Vitor fez uma homilia maravilhosa, clara, objetiva, trazendo o Evangelho para a nossa realidade. Também explicou o significado dos Reis Magos (inclusive historicamente), e os presentes que eles levaram para o Menino Jesus. A comunhão é diferente: o altar é separado do restante da capela, nós nos ajoelhamos, e o Padre acompanhado por um ajudante, vinha em um por um, colocava a Hóstia na nossa boca enquanto o auxiliar colocava a Pátena embaixo do nosso queixo. Finalizando a missa, foi distribuído aos presentes um escapulário, e o Padre Vitor explicou o sentido dele, nos abençoou e, depois disso, todos os membros dos Arautos ficaram dentro e fora da capela conversando com as pessoas, tirando fotos, explicando o que são, o que fazem, enfim, dando atenção para os presentes. O que mais chamou a minha atenção foi o português falado por todos que simplesmente é impecável! Aproveitamos e tiramos fotos com eles, do castelo, da baía, da praia, das ilhas... Ficamos ali das 7h40 até às 10h30, depois, descemos a montanha, encontramos Aguinaldo, Alessandra e Henrique indo para a praia, guardamos carro no Velas Chalés, a tia Cleusa foi para a praia, e eu e a mamis tomamos nosso café novamente, demos uma limpada no apartamento. Lá pelas 11h30 eles voltaram, fomos para a churrasqueira, enquanto o Aguinaldo acendia o fogo eu lavei pratos, copos, talheres e espetos, e o Henrique ali conversando e brincando. Logo vieram Tia Cleusa, Alessandra e mamãe, ficamos sentados relembrando fatos da nossa família, dos parentes que estão distantes, das artes que eu fazia quando criança... ríamos sem parar. O churrasco ficou pronto, comemos muito, tomamos refri, ficamos ali saboreando aqueles momentos tão gostosos e simples. Depois, lavei a louça, pegamos nossas cadeiras de praia e sentamos no jardim, onde conversamos mais e rimos muito do Henrique que queria entrar na piscina. Lá pelas 16h, a Alessandra fez cappuccino, tomamos, eles foram para a piscina e fui para o apartamento, onde fiquei lendo. Às 18h, eu e mamãe fomos para a praia, ela foi caminhar e fiquei sentado só observando o mar maravilhoso que se estendia até a linha do horizonte... o sol foi se pondo, mamis voltou, fui caminhar um pouquinho (de short e camiseta mesmo), molhando os pés na água salgada... voltei, comemos churros de chocolate, tomamos água e voltamos para o apartamento. Tomei banho, fui para o quarto e continuei minha leitura. Dali a pouco mamis foi se junta comigo para ler também no frescor do ar condicionado. Às 21h esquentamos a janta, comemos e nesse momento ela está lá no jardim no celular (mamis está online agora rsrs), e eu na sala escrevendo esse relato desse dia maravilhoso. Estou super cansado, mas feliz. Vou dormir!




























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