sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Pituquinha


Em 21 de janeiro de 2015, às 20h10 o veterinário ligou aqui em casa para informar que nossa cachorrinha, Pituca, havia acabado de morrer, que ela não havia reagido aos medicamentos, pois a infecção nos rins estava muito forte.
Nós percebemos que ela não estava bem no domingo, pois ela não quis comer, só bebia água e dormia. Na segunda de manhã levamos ela no veterinário, e quando a deixei lá com minha mãe para ir estacionar o carro, ela levantou a cabeça, olhou para mim e abanou o rabinho. Olhou-me com um olho só, pois o outro ela já havia perdido (idade avançada), como ela fazia sempre que ia me encontrar quando eu chegava do trabalho ou quando eu a chamava para dar ração, carne, ossinhos... depois minha mãe me disse que assim que eu saí, ela ficou me procurando e que quando o veterinário a atendeu e disse que ela precisava ficar internada para fazer exames e ser medicada, minha mãe passou a mão na cabecinha dela e uma lágrima escorreu do olhinho bom dela...
Enfim, foram 11 anos aqui em casa, depois que a adotamos (e ela já era velhinha na época) em uma feirinha de adoção realizada em uma cidade próxima à minha. Nesse tempo todo, ela foi um anjo aqui em casa: quieta, carinhosa, chorava quando chegávamos de viagem, ficava na porta da sala latindo quando queria algo mais que apenas ração. Ela deu duas crias conosco e temos uma filhinha dela, a Lilica, que se parece fisicamente com ela, mas no temperamento não.
Pituquinha, agora você é uma estrelinha no céu! E brilha muito, pois toda a sua bondade e carinho reflete aqui na Terra. Nós ti amamos muito e acredito que ainda vou encontrar você. Obrigado por nos proporcionar uma amizade e um amor incondicional nesses 11 anos que conviveu conosco. Ti amamos demais!





segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Último dia das férias

Hoje é o último dia que fico em casa sem horário para nada.

Acordei cedo, tomei café e banho e fui para a escola. Chegando lá, me falaram que eu deveria voltar apenas amanhã, então, desci pra casa e fui para o banco onde enfrentei quase uma hora de fila. Depois, paguei padaria, comprei água e vim para casa, onde ajudei minha mãe a dar remédio para alguns animais nossos que estão doentes.

Agora são 14h15, está um calor infernal e sem previsão de chuva...

Não estou animado nem desanimado para voltar para o trabalho, apenas parece que foi ontem que saí de férias... passou rápido demais, não deu tempo de descansar "a cabeça", e já voltou para o batidão de novo... pressão, um monte de coisas para fazer, outros funcionários correndo de serviço e ninguém faz ou fala nada. Não suporto isso.

Hoje estou meio sem palavras, então o post é curto mesmo.

Tchau, férias.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Férias - 10º Dia

Terça-feira - 13 de janeiro de 2015

Acordei 7h, fui até o estacionamento, tirei meu carro e o coloquei no da frente, voltei para o quarto, eu e mamãe nos trocamos, descemos, tomamos café, subimos, pegamos carteira, celular e descemos. Deixamos a chave na recepção, pegamos o carro e fomos para o centro velho da cidade. Consegui estacionar do lado da Basílica Velha, entramos, oramos e admiramos toda a beleza do lugar, bem como as pessoas que ali estavam (a maioria gente simples, como Jesus sempre esteve rodeado). Ficamos algum tempo lá dentro meditanto, orando e conversando com Nossa Senhora. Saímos, fomos andando e visitando as lojinhas, tomamos café puro em um restaurante. Fomos para o carro, voltamos para o hotel, tomamos banho, arrumamos as malas e fizemos o check out às 11h30. Nos dirigimos novamente para a Basílica Nova, onde mamis ia andar de teleférico até o Cruzeiro e combinamos que eu a esperaria na igreja e depois no Apoio aos Romeiros. Fui até à igreja, caminhei olhando tudo, sentindo a magia desse lugar sagrado. Peguei o carro e fui até o presépio, onde a vista é maravilhosa e lá há tudo o que aconteceu com o Menino Jesus, desde sua concepção, fuga, nascimento. Voltei para o Apoio aos Romeiros, comprei um presépio lindo para mim. Saí para fumar e vejo minha mãe chorando: o teleférico não estava funcionando, ela havia ligado muitas vezes para mim, me procurado e achado que eu tinha sido raptado...rsrs...peguei o celular dela e mostrei pra ela que ela havia discado o meu número errado!!! kkkk quase fiz xixi nas calças de tanto rir da história do sequestro. Fomos almoçar e depois ela comprou mais lembrancinhas para algumas pessoas. Saímos dali, passei no Banco do Brasil para pagar IPVA, licenciamento etc e tal, pois vencia hoje (R$ 2.015,00)... um roubo. Passamos no Convento das Irmãs Carmelitas, onde minha mãe fez doação em dinheiro e também de guardanapos. Às 14h iniciamos nossa viagem de volta... parei várias vezes, para comer, tomar água, fumar, descansar (dor no calcanhar e pescoço), mas tudo correu tranquilamente e chegamos em casa às 22h20...

Que surpresa: ao abrir o portão a nossa recepção iniciou com nossa cachorrinha Lilica que veio latindo e uivando até nós, seguida da Pituquinha e de alguns gatos. Eu e minha mãe fomos procurar a Dani (está doente) e ela também nos recebeu alegremente. Descarregamos tudo, peguei e brinquei com os gatos, estou em meu quarto, vou tomar banho e dormir!!! 

Obrigado, Jesus, por permitir e nos acompanhar nesses dias tão maravilhosos!!! Obrigado, obrigado, muito obrigado!!!


Férias - 9º Dia

Segunda-feira - 12 de janeiro de 2015

Celular despertou às 7h30, levantei, busquei pão, tomamos café, começamos a arrumar tudo e levar para o carro. Depois, tomamos banho, entregamos as chaves do chalé, o controle do portão e da TV para o senhor Fernando, que agradeceu a nossa preferência. Partimos às 10h30 e fiquei observando a praia, as pessoas indo para lá e lembrando que ontem mesmo nós estávamos fazendo isso... tempo bom passa rápido demais.

Pegamos a rodovia e os 23km que separam Maranduba de Caraguatatuba demorou 1h, tanto trânsito que tinha. Ao pegarmos a Tamoios tudo fluiu normalmente e chegamos até a Carvalho Pinto tranquilamente. Em seguida, a Dutra o movimento de caminhões foi intenso, mas nada a normal em se tratando dessa rodovia. Paramos apenas uma vez para tomar água e esticar as pernas. Chegamos em Aparecida às 13h, fomos até o Hotel Imperador mas estava lotado, então ficamos no Hotel Cathedral (um luxo só). Deixamos nossas coisas, nos registramos e fomos de carro até o estacionamento da Basílica Nova (fica do lado do hotel, mas como íamos comprar algumas coisas, fomos de carro mesmo).Passamos nas lojinhas, compramos algumas coisas e fomos para a Basílica assistir à missa das 16h. Estava lotada, mas foi linda a missa. Comunguei, conversei muito com Nossa Senhora Aparecida e com Jesus sobre minha vida, minha familia, emprego, amigos, amor, agradeci por tudo e, principalmente, por ela estar sempre do meu lado. Terminada a missa, descemos para o subsolo, na Casa do Pão, tomamos um café da tarde delicioso, fomos para a loja, comprei duas velas de 175cm, fomos para a Sala das Velas, acendi as duas (uma para mim e a outra para meu amor). Voltamos para atrás do altar, passamos, paramos e oramos muito em frente à imagem de Nossa Senhora Aparecida. Saímos, pegamos o carro e voltamos para o hotel. Lá, tomamos banho, deitamos e ficamos vendo TV com o ar ligado (calor horrível). Lá pelas 19h30 começou uma chuva torrencial, com muitos relâmpagos cortando o céu. Às 20h30 descemos, fomos para o restaurante, jantamos, subimos novamente, fiquei na sacada fumando e tomando Coca Zero e observando os raios e trovões (chuva havia espairecido). Entrei e, de tanta canseira, eu e minha mãe dormimos às 22h30 mais ou menos... 

Boas férias!!!

Apartamento 212

Basílica Nova


Apartamento 212

Interior Basílica Velha

Frente da Basílica Velha

domingo, 11 de janeiro de 2015

Férias - 8º Dia

Domingo - 11 de janeiro de 2015

Quente... ainda!

Levantamos cedo hoje (coloquei o celular para despertar às 7h30), fui na padaria buscar pão, tomamos café da manhã, partimos para a praia. Lá, montamos nosso acampamento perto de pedras e umas árvores. Fui caminhar como faço todas as manhãs, voltei, entrei na água e fiquei aproveitando toda a imensidão praticamente sozinho (povo costuma chegar depois das 9h). Voltei para nosso posto, mamis foi mandar fazer tapioca para ela, tomei refri, fumei, comecei a ler o livro enquanto ela foi para a água. Depois de uma hora mais ou menos, ela voltou, buscou a tapioca e a saboreou ...rsrs Fui pra água novamente, pois havia terminado a leitura do livro todo, fiquei lá, boiando, olhando a imensidão do céu azul e sentindo o sol queimando meu rosto... também observei e ri muito com as pessoas que esperavam os botes na praia pra levá-las para fazer passeios pelas ilhas da região: a dificuldade em subir no bote, as ondas batendo e todos os cabelos arrumadinhos, bolsas e roupas ficando molhadas...rsrs...era cada grito que todo mundo em volta olhava e ria. Ao meio dia voltamos para o chalé, tomei banho de ducha fria que há bem na portaria (a força que a água sai e a quantidade é um bálsamo)... filmei eu tomando banhando, mas ainda não vi...kkk depois fui para a piscina, entrei, água deliciosa, morna, poucas pessoas (a maioria crianças com as mães), nadei um pouco, fui para nosso apartamento,fizemos rapidamente o almoço, comemos, tomamos banho, deitamos no quarto com o ar ligado e ficamos conversando, mamis e eu. Minha irmã ligou dando notícias, rimos muito. Dormimos um pouco, acordamos, tomamos o café da tarde e partimos para a praia lá pelas 17h40 onde ficamos até às 20h... caminhei de novo, nadei, olhei tudo tentando memorizar cada detalhe desse lugar mágico que amo demais... viemos embora, passamos no restaurante Sinha e pegamos duas marmitas, chegamos em casa, banho, janta, assistimos um pouco de TV, agora mamis está no quarto dela e estou na sala relatando nosso dia... já arrumamos quase tudo e nesse exato momento está começando a chover... que delícia!!! Refrescar um pouco o calor insuportável que está fazendo... pena que não vai dar para levar para o carro tudo o que eu queria, mas tudo bem!!! 

Boas férias...


Férias - 7º Dia

Sábado - 10 de janeiro de 2015

Hoje acordamos tarde, café, partiu praia com todos os apetrechos.
Na ida, percebemos de imediato que o calor estava insuportável, pois mesmo caminhando debaixo das sombras das diversas árvores que ladeiam o caminho que utilizamos diariamente, o suor escorria pelo corpo. Ao chegarmos na praia, montamos o guarda-sol, fui caminhar, voltei, entrei na água, saí, mamis foi também e ficou sentada como faz todo dia: na parte rasa, onde as ondas quebram e que deixa o maiô dela repleto de areia...rsrs 
Enquanto ela ficou lá, a observação se fez presente e fiquei vendo o vai e vém das pessoas: famílias inteiras, pessoas sozinhas, casais, crianças correndo e brincando, algumas soltando pipas, os ambulantes oferecendo de tudo um pouco num mar de confusão e de consumismo: óculos, água, refri, espetos, salgados, camarão, geladinho de álcool (nunca tinha ouvido isso), passeios de escuna, aulas de surf e remo, enfim, todo o comércio que gira nesse pequeno mundo praiano nessa época do ano. Também aproveitei para continuar a leitura do livro que levo todos os dias e consegui adiantar bem a leitura. Nesse ínterim, mamis voltou e fui novamente para a água. É uma sensação maravilhosa ir entrando no mar, sentindo a água quente batendo nos pés, as ondas quebrando no corpo, o friozinho que dá quando a água chega na altura das "partes baixas" e na barriga, o mergulho para molhar o corpo todo e depois só aproveitar: flutuar, nadar, mergulhar, ficar parado deixando que o movimento nos leve para onde quiser... também fiquei vendo o pessoal tentanto aprender a remar em cima de pranchas e os tombos inevitáveis...rsrs... outros que tentam quebrar as ondas e acabam batendo com tudo a barriga e o rosto bem no momento que a onda quebra... casais juntinhos (abraçando, beijando e fazendo sei lá mais o que debaixo da água...rsrs...tinha um lá que não sei não... mas me afastei rapidinho). O mais legal de tudo é observar que ali, na praia e no mar, ninguém é rico, pobre, preto, branco, bonito ou feio... todo mundo é igual e se solta para sentir o prazer da liberdade e da curtição, coisa que nos demais dias do ano fica trancado dentro de cada um, com suas neuras, sonhos, mentiras...

Viemos para o chalé às 14h30, tomamos banho, almoçamos, descansamos um pouco, peguei o carro e fomos no centrinho (supermercado) comprar água, refri, chocolate, presunto e queijo prata. Um calor dos diabos e o supermercado não tem ventilador... é o fim do mundo mesmo uma coisa dessas, um desrespeito aos consumidores.  Voltamos para casa, ficamos conversando, vendo TV e lendo. Lá pelas 18h40, tomamos banho, nos trocamos e fomos para a missa na Matriz Cristo Rei (fomos de carro, apesar de ser apenas 4 quarteirões de onde estamos, mas como as ruas são de terra, a poeira é horrível). É uma igreja ainda em construção, grande, mas sem acabamento. Foi enchendo aos poucos, o padre chegou a celebração começou (Batismo do Senhor). Foi uma missa linda, simples, renovamos o batismo e na homilía o Padre Daniel afirmou categoricamente que devemos louvar, amar e crer apenas em Jesus, que não podemos nos deixar levar pelo fanatismo, pelo emocionalismo, pois o único que tem o dom de tudo, especialmente da cura, é Jesus. Ao terminar a missa, fomos direto para o centrinho de novo, onde fui em vários lugares procurar cigarro para comprar. Fico abismado com o tanto de turistas e de policiamento que há lá: uma mescla de pessoas diversas, entrando, saindo dos lugares, os feirantes oferecendo seus produtos, pessoas comprando, outras apenas observando, todo mundo à vontade, com pouca roupa, muitos levam cadeiras e sentam lá na praia ou caminham perto das ondas... também há um parque de diversos, daqueles bem antigos (uns que iam há muito tempo na minha cidade), que ficam tocando músicas das décadas de 70 e 80, o que me traz recordações da minha infância e adolescência... quando íamos nesse tipo de parque na cidade em que moro, brincávamos em todos os brinquedos, oferecíamos músicas (essas que estavam tocando hoje) para os amigos (as)... enfim, revivi e ouvi momentos e músicas que há muito tempo não fazia. Foi mágico!!! Voltamos para o chalé, subimos, mamãe viu TV, fui andar perto da piscina, sentei, fumei, fiquei observando todo esse  espaço maravilhoso e que nos acolheu tão bem, voltei para o quarto, escovei dentes e dormi na cama geladinha... que delícia!!!

Boas férias!!!
Matriz Cristo Rei - Praia da Maranduba (Ubatuba)

Matriz Cristo Rei - Praia da Maranduba (Ubatuba)

 Presépio na Matriz Cristo Rei - Praia da Maranduba (Ubatuba)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Férias - 6º Dia

Sexta-feira - 09 de janeiro de 2015

Mesmo comigo e mamis tendo insônia na noite passada, levantamos cedo (8h), café e rumo à praia.

Lá, montamos nosso acampamento no lugar de sempre, fui caminhar durante 1hora mais ou menos, voltei, ela não quis entrar na água, fui, nadei demais, a água estava quente, deliciosa e o sol de rachar. Voltei para o guarda-sol, mamãe foi pra água, fiquei tomando refri, lendo (The walking dead - A ascensão do governador) e observando todo o movimento... uma família com umas 12 pessoas chegou na praia e começaram a montar a barraca bem em frente de onde eu estava, porém eles nunca haviam montado e começaram a discutir lendo o manual de instrução. Parei minha leitura e, protegido pelos óculos escuros, fiquei ouvindo e vendo todo o bafafá... e foi muito! Tive que me segurar várias vezes para não rir alto. Todo o processo demorou quase uma hora e ainda amarram os pés errado e, como estava ventando, a barraca toda hora levantava...rsrs...as mulheres ficavam bravas com os maridos e estes não sabiam o que fazer, até que um senhor foi lá e os orientou a amarrarem corretamente. Depois, todos foram pra o mar e de onde eu estava dava para ouvir os gritos e as risadas de todos quando as ondas batiam ou quebravam neles... fiquei observando, rindo da simplicidade e da alegria daquela família que sabia aproveitar cada minuto das férias deles na praia... fiquei feliz por ainda existir pessoas assim.

Voltamos para casa lá pelas 14h, tomamos banho, almoçamos, dormimos até às 16h30, nos trocamos e fomos novamente. Caminhei de novo, mamãe tempo todo na água, voltei, entrei também e fiquei sozinho boiando e pensando em tudo, observando, sorvendo cada detalhe de toda a beleza desse lugar que amo tanto para me lembrar e me dar forças durante o ano.

Voltamos para casa às 19h30, banho e fomos comer lanche no centrinho de Maranduba. Pedimos dois lanches completos de pernil de porco... que delícia!!! Saboroso demais... tão grande que não dei conta de comer tudo. Depois, fomos andar pelo comércio e em uma loja de artesanato comprei um presente para a minha diretora, enfeites para a piscina lá de casa (peixes, araras...lindos), também comprei um porquinho para guardar moedas e dinheiro para mim. Ainda andamos pelas barraquinhas de artesanato e fiquei encantado com um senhor que pinta quadro na hora, com movimentos ritmados, utilizando os dedos, pedaços de tecido, madeira... R$ 150,00 cada e já com a moldura, super barato! Só não comprei porque não tenho onde por em casa. Chupamos sorvete sentados na praia, ouvindo o barulho das ondas e o cheiro da maresia que impregna tudo. Voltamos para o chalé, guardei o carro, subimos para o apartamento, mamãe está no quarto lendo e eu na mesa da cozinha digitando e descrevendo nosso dia.

Boas férias!!!


quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Férias - 5º dia

Quinta-feira - 08 de janeiro de 2015

Dia maravilhoso!!!

Hoje, novamente levantamos tarde... sem hora, sem despertador, acordamos quando o corpo pediu para acordar e hoje foi às 10h...rsrs...tomamos nosso café, arrumamos tudo e partimos para a praia.

Lá, fomos para nosso cantinho de sempre, montamos guarda-sol, arrumamos cadeira e passamos protetor e lá fui eu de novo caminhar... andei mais devagar, sorvendo tudo o que podia e não podia para poder ter na memórias esses maravilhosos momentos quando o restante do ano apertar. Ao chegar no ancoradouro, sentei-me, bati a mão no bolso do short, peguei um cigarro e... cadê o isqueiro??? Só quem fuma sabe o desespero que bate nessas horas... (idiotice, mas não me julguem). Olhei para um lado e para o outro e vi um homem debaixo de uma sete-copas tentando acender seu cigarro. Fui até lá, pedi e ele me emprestou...rsrs... fiquei por ali até acabar de pitar e voltei caminhando novamente, sentindo o sol bater no meu corpo, proporcionando tudo de positivo que no dia a dia corrido do resto do ano eu não tenho. Entrei no mar, nadei muito, boiei, ri de umas crianças que estavam com os pais dentro da água e das coisas que elas falavam (nada de besteiras, mas coisas engraçadas). Saí, me enxuguei, mamãe entrou pra água, fiquei sentado e vi que na nossa frente havia dois casais com uma caixa de som ligada (coisa rara nessa praia). Fiquei ali curtindo o som e algumas músicas (Have breath you take, Ìndios, Ainda é cedo e outras). De repente, chega uma família e começa a montar uma barraca em frente também... achei engraçado que o senhor que parecia ser o pai de todas as garotas (idoso já), começou a rastelar todo o local, recolhendo os gravetos, folhas, papéis e outros detritos que por ali se encontravam. Ele rastelava, coloca em um saco e levava até o local destinado para lixo. Achei fantástica a atitude dele. De repente, lá vem outra família com um adolescente puxando outra caixa de som, agora só sertanejo, mas eles foram para o outro lado...rsrs...ainda bem! Mamis voltou da água, fui de novo e fiquei mais um tempão sentindo o mar e sendo engolido por ele... voltei, me sequei, mamãe comprou espetinhos de camarão, linguiça e queijo (nossa mistura), e lá pelas 14h fomos para casa. Tomamos banho, almoçamos, arrumamos tudo, pegamos o carro e fomos até o bairro Sertão da Quina. Lá, vi a escola que sempre penso em pedir remoção (Aurea Moreira Rachou - bem cuidada, na avenida central, toda pintada de verde e branco), seguimos em frente, subimos um morro e paramos debaixo de vários eucaliptos, para apreciar e orar na " Casa de Emaus" (local que recebe fiéis de todos os lugares e é considerada ícone da manifestação da fé católica nesta região). Oramos, conversamos com um senhor que estava lá e que nos explicou toda a origem e as festividades que as pessoas fazem nesse local. Pegamos o carro, descemos o morro e paramos na "Capela de Pedra" (edificação diferenciada que representa o esforço de luta à manutenção das tradições e costumes religiosos de um povo - ela é redonda, os bancos são estofados...linda). Fomos até o Santíssmo, oramos, conversamos com algumas mulheres que estavam limpando e desmontando o presépio e voltamos para Maranduba. Paramos no supermercado, onde compramos algumas verduras, shampoo, refri e voltamos para casa, onde deitamos no quarto com ar ligado e dormimos até às 18h. Acordamos, fomos para a praia e ficamos até às 20h15, ou seja, voltamos ao escurecer. Fizemos bife enrolado, arroz, feijão, salada com muito tomate e alface, tomamos banho e jantamos bem tarde. Mamis viu a novela, dei uma volta pelas dependências do chalé, sentei sozinho no espaço das churrasqueiras e fiquei fumando e querendo que meu amor estivesse aqui comigo, mas... voltei para o apartamento, vi um pouco de TV e dormi placidamente no frescor do ar condicionado...

Boas férias!!!

Morro dos Emaus

Nossa Senhora das Graças - Morro dos Emaus

Morro dos Emaus

Interior da Capela da Pedra - Sertão da Quina/Ubatuba/SP

Interior da Capela da Pedra - Sertão da Quina/Ubatuba/SP

Altar do Interior da Capela da Pedra - Sertão da Quina/Ubatuba/SP
  

Férias - 4º dia

Quarta-feira - 07/01/2015

Hoje levantamos tarde!!! Rsrs 10h!!! Tomamos café rapidamente e fomos para a praia com nossas tralhas (cadeira, guarda-sol, protetor solar, cigarro, isqueiro, dinheiro, toalhas, água e refri).
Lá, montamos tudo do lado direito, perto dos arbustos e pedras, onde apenas famílias ficam e o ambiente não é tão cheio (detesto aglomeração). Mamãe passou bronzeador em mim e fui caminhar até o ancoradouro. Caminhei observando o mar, a água gostosa que batia nos meus pés fazendo cócegas nos meus dedos, vi conchinhas de inúmeras cores e formatos, alguns pequeninos peixes que vinham e iam com as ondas. Cheguei, observei novamente o canal em que os pescadores entram para atracar seus pequenos barcos. Fiquei um pouco ali olhando extasiado a mata, o mar, o cheiro... ah, se pudesse colocar em um frasco o cheiro indescritível do mar, da maresia, dos protetores solar que as pessoas usam e eu sinto quando passo perto!!! Acho fantástico esses odores.
Voltei, entrei na água, nadei e brinquei muito furando as ondas, boiando, nadando contra as ondas que quebravam em mim e me faziam sentir o gosto salgado da água... voltei para a cadeira, mamãe foi caminhar e entrar na água. Tomei coca, fumei, continuei minha leitura. Mamãe voltou e fui para o mar. Fiquei uma hora mais ou menos lá... curtindo tudo, sentindo meu corpo ser envolvido pela água maravilhosa e lavando minha alma nesse ano que se inicia. Voltei, vimos as horas e já eram 13h30!!! Por isso o calor estava terrível... fomos para casa, passamos em um restaurante e compramos dois marmitex por R$ 24,00. Chegamos na pousada, tomei banho no chuveirão que fica bem na entrada (água de poço, gelada, deliciosa, sai em jatos fortes sobre o corpo), deixei meu corpo secar naturalmente, subi para nosso apartamento, mamãe tinha tomado banho, almoçamos, tomei banho, ficamos deitados no quarto com o ar ligado (geladinho...delícia!!!), peguei no sono e acordei tarde... tomamos café (pão com queijo e presunto, café), arrumamos nossas coisas e fomos para a praia novamente... esse horário é o melhor (a partir das 18h30), pois as pessoas já estão indo embora e tudo fica quase deserto... mamãe entrou na água, fui caminhar de novo com os pés na água, voltei, entrei, nadei, nadei e nadei... não há palavras para descrever o que sinto quando estou dentro do mar, um misto de prazer, de liberdade e medo...rsrs Voltamos para o chalé escurecendo, tomamos banho, jantamos e saímos para chupar sorvete! É selfservice, coloquei muito sorvete e diversas coberturas e quando fui pagar quase desmaiei, pois ficou em R$ 20,00...kkk Fomos andando pela orla, chupando sorvete, conversando... voltamos para o chalé por ruas que ainda não havíamos passado, observando as casas enormes, as pessoas felizes pelas ruas (famílias)... chegamos, mamãe foi ver novela, fui ler e conversar com meu amor pelo WhatsApp... depois, dormimos no frescor do ar!!!

Boas férias!!!




quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Férias - 3º Dia

Terça-feira - 06 de janeiro de 2015

Eu e mamãe acordamos 8h30, tomamos café, arrumamos nossas "tralhas" e fomos para a praia, para o cantinho que gostamos e que não tem muita gente perto. No caminho, fomos por ruas e vielas que nunca havíamos passado antes e nos encantamos com as casas de veraneio vazias e outras cheias, predinhos novos com apartamentos minúsculos, árvores diversas cujas sombras transformam um frescor quem por debaixo delas passa ou fica.

Chegamos à praia, montei o guarda-sol, passamos protetor, fui caminhar enquanto mamis lia. Fui devagar, observando tudo: pessoas conversando, rindo, fazendo farofa (uma família com umas 10 pessoas com sacos de lanches, refri, sucos etc, mas FELIZES, conversando, rindo, brincando...), o mar, as ondas, o barulho que elas fazem quando chegam até a praia... do outro lado as montanhas elevadas, com vegetação, algumas casas e minha imaginação entrando em ação pensando em como seria morar em um lugar tão lindo como esse. Cheguei na ponta direita da praia, num ancoradouro feito de pedras, fiquei por ali, observando os pescadores, fumei, voltei e ao longe vi duas moças abraçadas na parte rasa... fui chegando perto e as vi se beijando. As pessoas passavam, olhavam e não falavam nada e, claro, fiz o mesmo. Não sou preconceituoso de jeito nenhum, mas ainda percebo que o mundo não está preparado para "ver" aquilo que ainda é "diferente". Por outro lado, fiquei feliz por perceber que ninguém demonstrou raiva (pelo menos diante delas) ou as ofendeu. Também fiquei feliz por perceber o amor. Esse sentimento tão banalizado ultimamente.

Cheguei até onde mamãe estava, ela quis continuar a leitura e fui pro mar sozinho... entrei, as ondas batendo em minhas pernas, cintura, peito... de início água fria, mas depois quente, gostosa, envolvente, como se fosse um útero! Mergulhei, boiei, nadei de costas, de frente, fiquei vendo as pessoas indo de bote para os navios maiores (visita às ilhas da região). Acredito que fiquei umas 2h nadando... voltei para a praia, mamãe foi nadar, tomei água e refrigerante, fumei, continuei a leitura do livro. Às 13h viemos embora, tomamos banho, almoçamos, pegamos o carro e fomos para o centro de Ubatuba.

Durante a pequena viagem de 26km, paramos em um mirante com uma vista maravilhosa da Mata Atlãntica e da praia lá embaixo. Também havia um artesão vendendo uns quadros de flores, animais, tudo de madeira recortada e pintado com capricho. Prosseguimos a viagem, chegamos e estacionei bem na praça central. Dali, fomos para a Igreja Matriz construída em 1866 (onde rezei muito agradecendo por tudo de bom ou de ruim que acontece ou aconteceu em minha vida), em lojas (indiana, artesanato, roupas), feirinha, avenida central, calçadão. Voltamos e pegamos um trânsito mais intenso, o que proporcionou a apreciação mais adequada e vagarosa da paisagem linda que descortinava pela minha frente (obrigado, Deus, por eu poder ver!).

Chegamos, paramos, compramos pão e creme pós-sol, fomos para o Octopus Chalés, nos trocamos e fomos para a praia só com roupa do corpo. Que delícia!!! Pouquíssimas pessoas, por do sol, água morna, ondas mais fortes... ficamos na água das 18h até às 20h... caminhei de novo, tirei fotos, nadei demais... voltamos, tomamos banho, jantamos. Fomos chupar sorvete no centro, voltamos, mamãe viu TV, li, conversei com meu amor pelo WhatsApp, caminhei dentro das dependências do chalé, fumei, escovei dentes e fui dormir... deitei e vapt vupt... sono chegou com tudo!

Boas férias.

Praia da Lagoinha

Praia do Sapé


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Férias - 2º Dia

Segunda-feira - 05/01/2015

Acordamos às 8h43 (sei exatamente os minutos pois o celular estava do meu lado).
Fiz o café, nos trocamos e fomos até à padaria comprar pão. O dono do chalé nos orientou para irmos pela esquerda, pois era muito mais perto e assim fizemos. Porém, uma ponte feita de madeira com cabos de asso era a passagem sobre o rio e para chegar do outro lado. Eu tenho medo de altura, e a corajosa da minha mãe foi na frente toda prosa. Ela atravessou e me vi obrigado a ir também. O problema é que a ponte balança muito quando está bem no meio dela, mas consegui atravessar mesmo com as pernas bambas. Fomos até à padaria, compramos pães e mais algumas coisas que esquecemos (detergente, bronzeador, açúcar, limão, carne, presunto e queijo) e voltamos. Ao chegarmos perto da ponte de novo, minha mãe empacou e não foi de jeito nenhum...rsrs...eu atravessei e ela foi pelo outro lado, demorando mais para chegar, mas chegou. Tomamos o café, nos trocamos, pegamos cadeiras, guarda-sol, água/refri e fomos para a praia. Lá, fomos para o local que gostamos (canto direito, mais calmo, sem os bares/lanchonetes), montamos tudo, minha mãe correu pra água, fiquei lendo o livro "A travessia", de Willian P.Young. Assim que ela voltou, fui caminhar até o limite da praia, um ancoradouro feito de pedra, que "divide" o mar do rio Maranduba. Parei um pouco ali, fumei, fiquei observando toda a beleza da Mata Atlânticas, as pessoas andando, conversando, rindo, pescando, chegando em seus pequenos e grandes barcos... voltei caminhando e sentindo as ondas batendo em minhas pernas e a areia molhada adentrando por entre meus dedos. Ao chegar no guarda-sol, minha mãe foi novamente para a água e fui ler, fumar e tomar água e refri (quente demais). às 13h11 voltamos para o chalé, minha mãe foi tomar banho, fiz o almoço: macarrão (resto de ontem), carne em tirinhas, salada de alface com tomate, tudo muito saboroso e cheiroso. Comemos. Tomei banho. Dormimos um pouco. Ao acordarmos, fomos para o centro a pé novamente. Minha mãe não quis passar pela ponte "balança mas não cai', então fomos pela normal, serpenteando por ruelas cobertas de árvores diversas, cheias de orquideas e cipós, tudo muito fresco e cheiroso. Vimos casas lindas e sem ninguém, com quintais enormes e me vi morando nela com meus animais, com o amor da minha vida e com minha mãe. Visitamos lojas que vendem tudo quanto é coisa, desde roupas até lembrancinhas de Ubatuba. Andamos tanto que fomos parar na Praia do Sapé (linda, água azul, ondas mais fortes que em Maranduba). Sentamos em uma barraca, comemos pastel de frango enorme(eu) e (esqueci o nome + chocolate) minha mãe comeu. Depois, ficamos sentados observando as pessoas irem embora da praia e as ondas se chocando na areia (maré subindo). Fomos andando mais um pouco, tirando fotos de possíveis lugares que ficaremos futuramente (pé na areia - sonho meu). Voltamos, passamos no mercado de novo. Resolvemos voltar pela ponte que balança mas não cai...rsrs...minha mãe foi na frente (filmei tudo) e foi uma comédia, pois ela ia, parava, pedia para Nossa Senhora e para Deus ajudarem ela. E eu rindo e filmando...rsrs... Enfim, atravessamos, chegamos no chalé, destrocamos, fomos conhecer tudo (piscinas, churrasqueiras, bar, salão de jogos, conversamos com o dono e com a esposa dele e, quando percebemos, já estava escurecendo e não fomos para o praia!!! Voltamos para o chalé, tomamos banho e fomos comer fora (restaurante Sinhá, R$ 23,90 por pessoa à vontade), onde jantei deliciosamente inúmeros pratos, mas o que mais gostei foi um peixe de água salgada que só de pensar me dá água na boca de tão bom que estava. Voltamos para o chalé, vimos TV, a Cida ligou e conversou comigo e com minha mãe, conversei um pouco pelo WhatsApp com meu amor e dormimos... que cansaço.

Boas férias!




Férias - 1º Dia

Domingo - 04/01/2015

Acordei às 6h45, tomei café, levei malas e caixas para o porta-mala do carro, ao mesmo tempo em que conversava com minha mãe e minha avó. Depois de tudo carregado, tomei banho, me despedi da minha vó, da minha casa, dos meus animais e passei na minha irmã para pegar a sogra dela que viajaria conosco até Sumaré.

Assim que começamos a viagem, tudo estava tranquilo. Ao pegarmos a rodovia Euclides da Cunha, notei um tráfego intenso de carros (caminhão e ônibus não). E foi assim até pegarmos a rodovia Washington Luiz. Fiquei surpreso e achei estranho. Ao chegarmos no Posto Castelo, em São Carlos, nunca vi tanta gente e tanto carro ao mesmo tempo!!! Há anos faço esse trajeto e jamais havia me deparado com fila na rodovia para adentrar o posto. Comemos, abasteci o carro e prosseguimos viagem.

Em Sumaré, entrei no trevo e parei em frente a um motel, onde já nos esperavam a filha e o genro da sogra da minha irmã. Nos despedimos, entreguei as malas dela e seguimos viagem, agora apenas eu e minha mãe. Dali em diante, o fluxo diminuiu consideravelmente e só então percebi que na semana anterior havia o feriado de 1º de janeiro, e as pessoas estavam voltando para a capital, por isso a quantidade exagerada de carros... 

Felizmente, na rodovia Dom Pedro I tudo estava como sempre: calmo, seguro, rodovia muito bem sinalizada e cheia de radares. Depois, pegamos a rodovia Carvalho Pinto até o acesso à rodovia dos Tamoios. No planalto, percebi todas as mudanças feitas: pista dupla, cheia de radares, policiamento contante, o que facilitou e deu segurança na viagem. Paramos no posto Vaca Preta, onde completei o tanque do carro e seguimos. Logo estávamos nos 8km cheio de curvas e ali a atenção foi desdobrada, mas tudo normal e lindo como sempre: cheiro das árvores, da mata, gotas caindo das pedras... e, lá embaixo, Caraguatatuda e o M A R... maresia, cheiro maravilhoso e que amo demais. Seguimos até a Praia da Maranduba, entrei após a primeira lombada e segui até uma ponte que cruzei e virei à direita, diriri mais dois quarteirões e cheguei no Chalés Octpus exatamente às 18h. Fomos recebidos pelo dono, senhor Fernando, que nos deu as chaves da porta da frente, do chalé, um controle da TV e outro do portão eletrônico. Assim, guardei meu carro, descarregamos tudo debaixo de um sol fustigante e que me fez suar demais. Ficamos no chalé 18, primeiro andar. Eu fiquei surpreso com a higiene e o cheiro de limpeza! Arrumamos tudo e fomos para a praia... ao pisar na areia e sentir o vento trazendo o perfume do mar, senti uma paz enorme diante de toda a imensidão e, principalmente, por estar em um local que considero mágico. Molhei os pés, caminhei, minha mãe entrou na água...rsrs..eu tinha certeza de que ela faria isso. Voltamos, pois já era tarde, ela foi tomar banho, fiz macarrão com sardinha e salada de tomate. Comemos. Enquanto ela via novela, tomei banho e fui pra sacada fumar e observar tudo. Como estava cansado, fomos dormir no quarto gelado pelo ar condicionado. Deitei e dormi como uma pedra.

Boas férias!!!

Chalés Octopus (lindo)