Domingo - 04/01/2015
Acordei às 6h45, tomei café, levei malas e caixas para o porta-mala do carro, ao mesmo tempo em que conversava com minha mãe e minha avó. Depois de tudo carregado, tomei banho, me despedi da minha vó, da minha casa, dos meus animais e passei na minha irmã para pegar a sogra dela que viajaria conosco até Sumaré.
Assim que começamos a viagem, tudo estava tranquilo. Ao pegarmos a rodovia Euclides da Cunha, notei um tráfego intenso de carros (caminhão e ônibus não). E foi assim até pegarmos a rodovia Washington Luiz. Fiquei surpreso e achei estranho. Ao chegarmos no Posto Castelo, em São Carlos, nunca vi tanta gente e tanto carro ao mesmo tempo!!! Há anos faço esse trajeto e jamais havia me deparado com fila na rodovia para adentrar o posto. Comemos, abasteci o carro e prosseguimos viagem.
Em Sumaré, entrei no trevo e parei em frente a um motel, onde já nos esperavam a filha e o genro da sogra da minha irmã. Nos despedimos, entreguei as malas dela e seguimos viagem, agora apenas eu e minha mãe. Dali em diante, o fluxo diminuiu consideravelmente e só então percebi que na semana anterior havia o feriado de 1º de janeiro, e as pessoas estavam voltando para a capital, por isso a quantidade exagerada de carros...
Felizmente, na rodovia Dom Pedro I tudo estava como sempre: calmo, seguro, rodovia muito bem sinalizada e cheia de radares. Depois, pegamos a rodovia Carvalho Pinto até o acesso à rodovia dos Tamoios. No planalto, percebi todas as mudanças feitas: pista dupla, cheia de radares, policiamento contante, o que facilitou e deu segurança na viagem. Paramos no posto Vaca Preta, onde completei o tanque do carro e seguimos. Logo estávamos nos 8km cheio de curvas e ali a atenção foi desdobrada, mas tudo normal e lindo como sempre: cheiro das árvores, da mata, gotas caindo das pedras... e, lá embaixo, Caraguatatuda e o M A R... maresia, cheiro maravilhoso e que amo demais. Seguimos até a Praia da Maranduba, entrei após a primeira lombada e segui até uma ponte que cruzei e virei à direita, diriri mais dois quarteirões e cheguei no Chalés Octpus exatamente às 18h. Fomos recebidos pelo dono, senhor Fernando, que nos deu as chaves da porta da frente, do chalé, um controle da TV e outro do portão eletrônico. Assim, guardei meu carro, descarregamos tudo debaixo de um sol fustigante e que me fez suar demais. Ficamos no chalé 18, primeiro andar. Eu fiquei surpreso com a higiene e o cheiro de limpeza! Arrumamos tudo e fomos para a praia... ao pisar na areia e sentir o vento trazendo o perfume do mar, senti uma paz enorme diante de toda a imensidão e, principalmente, por estar em um local que considero mágico. Molhei os pés, caminhei, minha mãe entrou na água...rsrs..eu tinha certeza de que ela faria isso. Voltamos, pois já era tarde, ela foi tomar banho, fiz macarrão com sardinha e salada de tomate. Comemos. Enquanto ela via novela, tomei banho e fui pra sacada fumar e observar tudo. Como estava cansado, fomos dormir no quarto gelado pelo ar condicionado. Deitei e dormi como uma pedra.
Boas férias!!!
Chalés Octopus (lindo)

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