Em 21 de janeiro de 2015, às 20h10 o veterinário ligou aqui em casa para informar que nossa cachorrinha, Pituca, havia acabado de morrer, que ela não havia reagido aos medicamentos, pois a infecção nos rins estava muito forte.
Nós percebemos que ela não estava bem no domingo, pois ela não quis comer, só bebia água e dormia. Na segunda de manhã levamos ela no veterinário, e quando a deixei lá com minha mãe para ir estacionar o carro, ela levantou a cabeça, olhou para mim e abanou o rabinho. Olhou-me com um olho só, pois o outro ela já havia perdido (idade avançada), como ela fazia sempre que ia me encontrar quando eu chegava do trabalho ou quando eu a chamava para dar ração, carne, ossinhos... depois minha mãe me disse que assim que eu saí, ela ficou me procurando e que quando o veterinário a atendeu e disse que ela precisava ficar internada para fazer exames e ser medicada, minha mãe passou a mão na cabecinha dela e uma lágrima escorreu do olhinho bom dela...
Enfim, foram 11 anos aqui em casa, depois que a adotamos (e ela já era velhinha na época) em uma feirinha de adoção realizada em uma cidade próxima à minha. Nesse tempo todo, ela foi um anjo aqui em casa: quieta, carinhosa, chorava quando chegávamos de viagem, ficava na porta da sala latindo quando queria algo mais que apenas ração. Ela deu duas crias conosco e temos uma filhinha dela, a Lilica, que se parece fisicamente com ela, mas no temperamento não.
Pituquinha, agora você é uma estrelinha no céu! E brilha muito, pois toda a sua bondade e carinho reflete aqui na Terra. Nós ti amamos muito e acredito que ainda vou encontrar você. Obrigado por nos proporcionar uma amizade e um amor incondicional nesses 11 anos que conviveu conosco. Ti amamos demais!
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