terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Férias - 2º Dia

Segunda-feira - 05/01/2015

Acordamos às 8h43 (sei exatamente os minutos pois o celular estava do meu lado).
Fiz o café, nos trocamos e fomos até à padaria comprar pão. O dono do chalé nos orientou para irmos pela esquerda, pois era muito mais perto e assim fizemos. Porém, uma ponte feita de madeira com cabos de asso era a passagem sobre o rio e para chegar do outro lado. Eu tenho medo de altura, e a corajosa da minha mãe foi na frente toda prosa. Ela atravessou e me vi obrigado a ir também. O problema é que a ponte balança muito quando está bem no meio dela, mas consegui atravessar mesmo com as pernas bambas. Fomos até à padaria, compramos pães e mais algumas coisas que esquecemos (detergente, bronzeador, açúcar, limão, carne, presunto e queijo) e voltamos. Ao chegarmos perto da ponte de novo, minha mãe empacou e não foi de jeito nenhum...rsrs...eu atravessei e ela foi pelo outro lado, demorando mais para chegar, mas chegou. Tomamos o café, nos trocamos, pegamos cadeiras, guarda-sol, água/refri e fomos para a praia. Lá, fomos para o local que gostamos (canto direito, mais calmo, sem os bares/lanchonetes), montamos tudo, minha mãe correu pra água, fiquei lendo o livro "A travessia", de Willian P.Young. Assim que ela voltou, fui caminhar até o limite da praia, um ancoradouro feito de pedra, que "divide" o mar do rio Maranduba. Parei um pouco ali, fumei, fiquei observando toda a beleza da Mata Atlânticas, as pessoas andando, conversando, rindo, pescando, chegando em seus pequenos e grandes barcos... voltei caminhando e sentindo as ondas batendo em minhas pernas e a areia molhada adentrando por entre meus dedos. Ao chegar no guarda-sol, minha mãe foi novamente para a água e fui ler, fumar e tomar água e refri (quente demais). às 13h11 voltamos para o chalé, minha mãe foi tomar banho, fiz o almoço: macarrão (resto de ontem), carne em tirinhas, salada de alface com tomate, tudo muito saboroso e cheiroso. Comemos. Tomei banho. Dormimos um pouco. Ao acordarmos, fomos para o centro a pé novamente. Minha mãe não quis passar pela ponte "balança mas não cai', então fomos pela normal, serpenteando por ruelas cobertas de árvores diversas, cheias de orquideas e cipós, tudo muito fresco e cheiroso. Vimos casas lindas e sem ninguém, com quintais enormes e me vi morando nela com meus animais, com o amor da minha vida e com minha mãe. Visitamos lojas que vendem tudo quanto é coisa, desde roupas até lembrancinhas de Ubatuba. Andamos tanto que fomos parar na Praia do Sapé (linda, água azul, ondas mais fortes que em Maranduba). Sentamos em uma barraca, comemos pastel de frango enorme(eu) e (esqueci o nome + chocolate) minha mãe comeu. Depois, ficamos sentados observando as pessoas irem embora da praia e as ondas se chocando na areia (maré subindo). Fomos andando mais um pouco, tirando fotos de possíveis lugares que ficaremos futuramente (pé na areia - sonho meu). Voltamos, passamos no mercado de novo. Resolvemos voltar pela ponte que balança mas não cai...rsrs...minha mãe foi na frente (filmei tudo) e foi uma comédia, pois ela ia, parava, pedia para Nossa Senhora e para Deus ajudarem ela. E eu rindo e filmando...rsrs... Enfim, atravessamos, chegamos no chalé, destrocamos, fomos conhecer tudo (piscinas, churrasqueiras, bar, salão de jogos, conversamos com o dono e com a esposa dele e, quando percebemos, já estava escurecendo e não fomos para o praia!!! Voltamos para o chalé, tomamos banho e fomos comer fora (restaurante Sinhá, R$ 23,90 por pessoa à vontade), onde jantei deliciosamente inúmeros pratos, mas o que mais gostei foi um peixe de água salgada que só de pensar me dá água na boca de tão bom que estava. Voltamos para o chalé, vimos TV, a Cida ligou e conversou comigo e com minha mãe, conversei um pouco pelo WhatsApp com meu amor e dormimos... que cansaço.

Boas férias!




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